Arábia Saudita não ajuda a estabilidade e segurança em Médio Oriente

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O porta-voz do MRE iraniano rejeitou rotundamente as últimas declarações anti-iranianas feitas pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed Bin Salman, enfatizando que Riad não ajudou a estabilidade no Médio Oriente, como também aumentou as chamas de insegurança regional através de sua agressão contra o Iêmen e apoio a Terroristas que operam na Síria. Arábia Saudita não ajuda a estabilidade e segurança em Médio Oriente

"A ilusão politizada e falsa deste titular saudita chegou a um ponto em que ele, um dos principais mentores da guerra saudita contra o povo inocente e indefesa iemenita, apoio a terroristas na Síria, repressor no Bahrein e outros países regionais e mundiais, está acusando outros Estados regionais de terrorismo em declarações sem sentido e por desespero”, disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Irã, Bahram Qassemi, na sexta-feira.

Ele acrescentou que Teerã afirmou repetidamente que a campanha contra o terrorismo e as tentativas de estabelecer estabilidade na região do Oriente Médio só poderiam render resultados favoráveis ​​por meio de uma forte determinação, cooperação coletiva e participação de todos os estados regionais.

O Irã, como um Estado ativo e pacífico, está pronto para oferecer qualquer tipo de cooperação regional ou qualquer iniciativa que garanta a estabilidade, afirmou Qassemi.

Porta-voz do MRE salienta: "A história do Oriente Médio ensinará a todos, especialmente os estados dependentes de petrodólares que, através da fantasia e ilusão de poderem comprar segurança, passaram a oferecer luz verde à intervenção de estrangeiros, que estão cometendo um enorme erro, porque as intervenções anteriores das potências transregionais só levaram à insegurança nos países e nos estados que convocaram estas potências”, comentou o diplomata iraniano.

A presença de potências estrangeiras no Médio Oriente provocou instabilidade, divisão e escalada do terrorismo e da violência. Durante uma reunião entre o secretário norte-americano de Defesa James Mattis e o príncipe herdeiro saudita, que é também ministro da Defesa da Arábia Saudita, em Washington, na quinta-feira, os dois lados discutiram o confronto com as alegadas "atividades regionais desestabilizadoras" do Irã.

Segundo a coordenadora humanitária das Nações Unidas para o Iêmen, Jamie McGoldrick, a campanha militar saudita custou à vida de 10 mil iemenitas e deixaram 40 mil feridos. A Síria tem sido agarrada por militância apoiada por estrangeiros desde março de 2011. O presidente sírio, Bashar al-Assad, disse que a Turquia e a Arábia Saudita são os principais patrocinadores da guerra dos elementos terroristas que operam na Síria.

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