Relatoria informa: “crianças sírias sequestradas para serem usadas em falso ataque químico em Idlib”

Relatoria informa: “crianças sírias sequestradas para serem usadas em falso ataque químico em Idlib”

as milícias takfiris, de origem estrangeira, teriam sequestrado cerca de 30 crianças da cidade de Jisr al-Shughur, na província de Idlib, no noroeste da Síria, para usá-las em um falso ataque químico e depois culpar as forças do governo sírio.

Fontes locais, falando sob a condição de anonimato, disseram à rede de televisão árabe al-Mayadeen, sediada no Líbano, que terroristas sequestraram cerca de 30 crianças nas últimas semanas, em uma tentativa de usá-las na esperada farsa ataque químico. As fontes notaram que o ataque seria realizado em prisão de Jisr al-Shoghour, enfatizando que materiais tóxicos foram recentemente transferidos para o depósito da prisão através de fronteira al-Hassaniyah, que liga a cidade à Turquia.

A travessia é controlada pelo grupo de ajuda dos Capacetes Brancos apoiado pelo Ocidente, que tem sido acusado de cooperar com terroristas takfiris e encenar falsos ataques de gás tóxicos.

As fontes locais anonimatos confirmam que outro ataque químico seria planejado à aldeia de maioria cristã de Hallouz.

Al-Mayadeen, citando estas, informou que cerca de 250 membros dos Capacetes Brancos e dezenas de milícias estrangeiras participariam dos ataques, e que eles seriam enviados uma semana depois que as tropas do governo sírio iniciaram uma ofensiva em Idlib.

Chamadas equipes de resgate, os Capacetes Brancos aumentaram recentemente suas atividades dentro da prisão de Jisr al-Shoghour, e uma reunião entre oficiais de alto escalão do grupo e comandantes do Jabhat Fateh al-Sham, anteriormente conhecido como Frente al-Nusra, grupo terrorista que teve lugar ultimamente no centro de detenção.

Os governos ocidentais e seus aliados nunca deixaram de apontar o dedo para Damasco sempre que um aparente ataque químico acontece. A Síria entregou seus estoques de armas químicas em 2014 para uma missão conjunta liderada pelos EUA e pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), que supervisionou a destruição do armamento.

Também tem consistentemente negado o uso de armas químicas contra militância apoiada pelas forças estrangeiras, que eclodiu em 2011.

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, general Igor Konashenkov, disse a repórteres na segunda-feira que os EUA estão tentando usar como pretexto um provável ataque de armas químicas para agredir a Síria. Konashenkov acrescentou que o contratorpedeiro USS The Sullivans armado com 56 mísseis de cruzeiro havia chegado ao Golfo Pérsico há alguns dias, enquanto um bombardeiro US В-1В carregando 24 mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM foi implantado na al-Udeid, base aérea no Qatar para este fim.

Além disso, o destroier de mísseis guiados USS Ross, armado com 28 mísseis de cruzeiro Tomahawk, entrou no Mediterrâneo em 25 de agosto e o navio é capaz de acertar qualquer alvo na Síria.

Os EUA advertiram que responderiam a um ataque de armas químicas pelas forças do governo sírio com ataques retaliatórios, ressaltando que os ataques seriam mais fortes do que os realizados pelas forças americanas, britânicas e francesas em abril.

No início de 14 de abril, os EUA, a Grã-Bretanha e a França realizaram uma série de ataques aéreos contra a Síria por suspeita de um ataque com armas químicas contra a cidade de Douma localizadas a cerca de 10 quilômetros a nordeste da capital Damasco. Washington e seus aliados culparam Damasco pelo ataque à Douma, uma alegação rejeitada pelo governo sírio.

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