Irã promete: Os terroristas serão expulsos da Síria nos próximos meses

Irã promete: Os terroristas serão expulsos da Síria nos próximos meses

- Os diferentes grupos terroristas que ainda estão ativos na Síria serão expulsos durante os próximos meses, afirmou neste domingo, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da República Islâmica do Irã, Major-general, Mohamad Hussein Baqeri.

Ontem “algumas áreas foram determinadas para o cessar-fogo com o objetivo de fornecer segurança aos civis sírios (…), mas o Exército de Síria e seus aliados continuam lutando contra os terroristas da Frente Al-Nusra (atualmente denominada Frente Fath Al-Sham), que serão expulsos de todo o território sírio nos próximos meses” disse Baqeri.

O alto comando militar iraniano disse ainda que tanto a República Islâmica do Irã como o Governo sírio está comprometida com o cessar-fogo nas zonas do conflito, mas a luta segue nos bairros que estão controlados por terroristas em Damasco, capital de Síria.

Ele acrescentou que o Ocidente e os patrocinadores do terrorismo pretendiam que o cessar-fogo incluísse os grupos terroristas, como Daesh, Al-Qaeda e a Frente Al-Nusra, mas, com a insistencia e os esforços conjuntos de Síria, Rússia e Irã, a luta contra os extremistas se mantém em pé.

Baqeri tem agregado que o Exército sírio procura eliminar os terroristas do país árabe para garantir a segurança do povo, mas até o momento, 1200 morteiros e granados das linhas inimigas têm lançado contra Damasco e perturbado a segurança e tranquilidade nessa cidade.

Baqeri afirmou que aqueles que não queriam a segurança e a tranquilidade na Síria para verem que o Exército e o Governo sírio se mantinham firmes em seus objetivos de proteger os bairros de Damasco, levantam sistematicamente a bandeira do cessar-fogo para apoiar os terroristas.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) aprovou no sábado por unanimidade uma resolução em prol de um cessar-fogo de 30 dias em Síria para “permitir a entrega regular de ajuda humanitária e serviços médicos” às zonas de conflito.

Os diplomatas ocidentais, em especial dos EUA, insistem em aprovar o projeto mais rápido possível e adotá-lo, em especial na região de Ghouta Oriental, onde as Forças Armadas sírias têm intensificado suas operações para pôr fim aos ataques dos terroristas, que ante o silêncio da comunidade internacional causam fatalidades em Damasco.

 

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