União Europeia financia energias renováveis em Moçambique

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  • Font : portugaldigital
Brief

A União Europeia (UE), através do Fundo Fiduciário para África, vai investir quatro milhões de euros num projeto de promoção de energias renováveis em Moçambique.

Trata-se de uma iniciativa denominada Projeto de Promoção de Leilões para Energias Renováveis ​​(PROLER), que é implementado pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), em parceria com a empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM).

O projeto foi lançado segunda-feira, em Maputo, pela ministra dos Recursos Minerais e Energia, Letícia Klemens, durante uma cerimónia que contou com uma presença do embaixador da União Européia acreditada em Moçambique, Sven Von Burgsdorff.

Segundo um ministra, uma iniciativa contempla várias ações determinantes para uma integração da contribuição efetiva das fontes renováveis ​​na rede de distribuição de energia.

Letícia Klemens reconheceu um recurso para o provimento do bem-estar dos cidadãos, sublinhado a necessidade para a diversificação das fontes de energia.

"A política e estratégia do Governo para o setor de energia econômica como principais objetivos, o aumento do acesso, uma melhoria da qualidade e segurança do fornecimento. A realização destes objetivos requer, entre outros fatores, uma matriz energética assente na diversificação das fontes de geração e da sua localização geográfica ", disse um titular do ministério Energia e Recursos Minerais.

Burgsdorff, por seu turno, disse que Moçambique regista uma demanda crescente de energia para o seu desenvolvimento econômico.

O diplomata europeu também destacou a importância da transformação do setor energético no contexto dos desafios globais impostos por mudanças climáticas.

"A energia é fundamental em todo o mundo, não só para o crescimento económico, sobretudo, para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. Em Moçambique, os desafios são imensos. Basta referir que dois terços da população não são acesso ao abastecimento fiável de eletricidade e que é um programa que ainda depende da biomassa para cozinhar ", referiu.

O evento também contou com a presença do embaixador francês, Bruno Clerc, e da diretora regional da Agência Francesa de Desenvolvimento, Marta Stein-Sochas. 

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