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Alguns dos autores do assassinato do Presidente do Haiti eram ex-informantes da polícia americana

Um meio de comunicação dos Estados Unidos informou que algumas das pessoas envolvidas no assassinato do presidente haitiano eram ex-informantes das agências de segurança dos Estados Unidos.

Várias pessoas envolvidas na operação que levou ao assassinato do presidente haitiano foram anteriormente informantes de agências de aplicação da lei nos Estados Unidos.
Pelo menos uma das pessoas presas pela polícia haitiana foi anteriormente informante da Agência Antinarcóticos dos Estados Unidos, de acordo com o site de notícias CNN, citando fontes familiarizadas com o caso. A agência confirmou o problema em uma comunicação por e-mail com a CNN.
“A certa altura, um dos suspeitos do assassinato do presidente haitiano Jovenel Moise era uma das fontes mais confiáveis da Agência Antinarcóticos”, disse à Agência Antidrogas dos Estados Unidos.
"Após o assassinato do presidente Moise, o suspeito contatou seus associados no Escritório Antinarcóticos", disse o documento. Um oficial antinarcóticos no Haiti pediu ao suspeito que se entregasse às autoridades locais. "O funcionário, junto com um funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, informou ao governo haitiano que isso levou à prisão do suspeito e de outra pessoa."
A Agência Antinarcóticos disse estar ciente de que alguns assassinos gritaram o nome do departamento (DEA) durante o ataque, mas nenhum dos assassinos realizou o ataque em nome da agência.
Outros agentes envolvidos no assassinato também tinham ligações com os Estados Unidos. Fontes bem informadas dizem que alguns desses fatores foram relatados pelo FBI. O FBI disse à CNN que não comentaria sobre seus informantes.

O presidente haitiano, Jovenel Moise, foi atacado e assassinado por pistoleiros não identificados em sua casa na quarta-feira. O governo haitiano afirma que pelo menos 28 pessoas estiveram envolvidas no assassinato.
A CNN escreve que muitos dos autores deste assassinato foram contratados da Colômbia por meio de uma empresa de segurança com sede no estado da Flórida.
Jovenel Moise tinha 53 anos e foi o 24º presidente do Haiti que ocupava o poder desde 2017.

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