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Casa Branca afirma que EUA vão fornecer assistência ao Haiti e não descartam ideia de enviar tropas

Casa Branca afirma que EUA vão fornecer assistência ao Haiti e não descartam ideia de enviar tropas

Casa Branca considera que falta clareza sobre o futuro da liderança política no Haiti. Presidente do país do Caribe foi assassinado em casa na quarta-feira (7).

O presidente norte-americano Joe Biden afirmou nesta segunda-feira (12) que os EUA estão prontos para continuar a prestar assistência ao Haiti após o assassinato do presidente Jovenel Moïse.

"Como um vizinho próximo e amigo do povo de Cuba e do Haiti, os EUA estão prontos para continuar a fornecer assistência, e terei mais para vocês à medida que avançamos", disse Biden a repórteres, citado pela agência AFP.
Os EUA ainda não decidiram se enviarão tropas militares a Porto Príncipe depois de receber um pedido do Haiti para tal assistência. "Ainda está sob revisão", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, nesta segunda-feira (12), acrescentando que a ideia não foi descartada.

Líderes precisam se unir
Autoridades norte-americanas enviadas ao Haiti pela administração Biden se reuniram com três políticos que reivindicam liderar o governo do Haiti, disse a Casa Branca na segunda-feira (12).

Emily Horne, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, disse que a delegação se reuniu no domingo (11) com o primeiro-ministro interino Claude Joseph e o primeiro-ministro designado Ariel Henry em uma reunião conjunta, assim como o presidente do Senado, Joseph Lambert.

Horne afirmou que os representantes dos EUA encorajaram um diálogo aberto e construtivo para chegar a um acordo que permita ao Haiti realizar eleições livres e justas.

Repercutindo as declarações de Horne, Psaki disse que a liderança política do Haiti permanece incerta e que é vital para o país que os líderes locais se unam para traçar um caminho adiante.

"O que ficou claro sobre a viagem [das autoridades norte-americanas] é que falta clareza sobre o futuro da liderança política", disse Psaki em entrevista coletiva, citada pela agência Reuters.
Moïse foi morto a tiros na quarta-feira (7) em sua casa em Porto Príncipe pelo que as autoridades haitianas descrevem como um comando de assassinos formada por 26 colombianos e dois cidadãos dos EUA.

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