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Irã planeja construir novos navios de guerra para conduzir missões transoceânicas

Irã planeja construir novos navios de guerra para conduzir missões transoceânicas

Recentemente, dois navios iranianos navegaram 45.000 quilômetros, por 133 dias, ao longo de três oceanos e continentes, retornando ao país na terça-feira (14).

O Irã planeja construir uma segunda flotilha similar, designada de base móvel avançada, já que a primeira completou com sucesso a navegação em torno do mundo, afirmou o major-general Abdolrahim Mousavi, comandante do Exército iraniano.

O oficial confirmou à agência de notícias iraniana DEFA Press a construção de uma nova embarcação similar ao navio de apoio Makran, indicando que a experiência obtida pelos estaleiros iranianos na construção de navios de guerra, de apoio e outros equipamentos permitirá o desenvolvimento de tais embarcações a um ritmo acelerado no futuro.

Ele também comentou a construção do novo destróier, afirmando que os futuros navios de guerra serão equipados com mais sistemas avançados que os modelos anteriores para elevar suas capacidades de longo alcance.

"A Marinha, que quer ter uma presença efetiva em todos os oceanos, deve estar completamente equipada e ter capacidade em termos de seus equipamentos", enfatizou Mousavi.
Em junho, as autoridades e a mídia dos EUA expressaram a preocupação de que os navios estavam a caminho da Venezuela, aliado latino-americano do Irã, e que poderiam estar transportando assistência econômica ou até mesmo armas.

"Estamos orgulhosos por termos sido capazes de mostrar que sanções e ameaças nunca funcionam contra os iranianos e que podemos construir grandes barreiras contando com nossa própria força", disse comandante iraniano


Em julho, o navio de apoio Makran e o destróier Sahand transitaram pelo mar Báltico para uma visita à Rússia, tendo participado de um desfile naval em 25 desse mês. As Forças Armadas da Dinamarca monitoraram o movimento das embarcações.

Após ordenar aos militares que continuassem a "manter e a atualizar" suas capacidades, o líder supremo, Aiatolá Khamenei, pediu a Mousavi que transmitisse sua "gratidão e apreço pessoal ao comandante e a cada membro da flotilha" pelo sucesso da "importante missão naval" realizada pelo destróier Sahand e pelo navio de apoio e base avançada Makran durante sua viagem transoceânica e transcontinental.

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