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Ministro do STF garante: Brasil vai ter eleições limpas, transparentes e urnas eletrônicas

Ministro do STF garante: Brasil vai ter eleições limpas, transparentes e urnas eletrônicas

Durante discurso no XXIV Congresso Brasileiro de Magistrados, em Salvador, Bahia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moras afirmou que a democracia brasileira será garantida nas próximas eleições.

Alexandre de Moraes, um dos desafetos do presidente Jair Bolsonaro e alvo das inúmeras críticas emanadas do Planalto, vai ser o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as Eleições de 2022.
"Vamos garantir a democracia no Brasil com eleições limpas, transparentes e por urnas eletrônicas. Em 19 de dezembro, quem ganhar vai ser diplomado nos termos constitucionais, e o Poder Judiciário vai continuar fiscalizando e garantindo a democracia", afirmou.
Em seu discurso de 30 minutos, o ministro falou sobre as "milícias digitais" e afirmou que esses grupos produzem conteúdos falsos visando descredibilizar as mídias tradicionais e enfraquecer as instituições democráticas.

Em uma de suas falas mais contundentes, o ministro destacou que "a internet deu voz aos imbecis. Hoje qualquer um se diz especialista, veste terno, gravata, coloca [no fundo do vídeo] painel falso de livros e fala desde a guerra da Ucrânia até o preço da gasolina, além de atacar o Judiciário", afirmou.

De acordo com Moraes, o TSE não vai se acovardar diante das agressões constantes desses grupos criminosos e afirmou que a tarefa de proteger a democracia era também de cada um dos magistrados presentes no evento.
Na noite de quinta-feira (12), segundo o G1, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fez uma fala de abertura para o evento com a defesa enfática da democracia e do judiciário.
"É preciso haver um fortalecimento das instituições. Como disse o governador Rui Costa aqui, é inimaginável que chegaríamos em 2022 precisando defender o judiciário e a democracia em tempos de atentados nocivos à sociedade brasileira. Temos que ter coragem para defender o nosso judiciário e queria reafirmar aqui que eu respeito o poder judiciário do meu país", disse o senador.

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