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Os Estados Unidos buscam o genocídio por meio de um bloqueio econômico

O chanceler cubano reagiu às declarações e posições de autoridades estadunidenses, acusando Washington de bloqueio econômico com o objetivo de genocídio.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez, acessou sua conta no Twitter para condenar declarações e posições de autoridades norte-americanas a respeito dos acontecimentos internos de Cuba.
Reagindo às posições das autoridades norte-americanas sobre os protestos e acontecimentos em seu país, o chanceler cubano disse: “O assessor de segurança nacional da Casa Branca não tem o direito de falar contra Cuba, seja politicamente ou moralmente”.
“O governo dos Estados Unidos está alocando centenas de milhões de dólares para derrubar nosso país e impor um bloqueio econômico a Cuba por genocídio e escassez econômica”, escreveu o alto funcionário do Ministério das Relações Exteriores cubano.
Ontem, a mídia ocidental noticiou algumas manifestações de protesto em Cuba, e isso foi recebido com uma rápida reação do presidente deste país. Miguel Diaz-Canel Bermudez, primeiro secretário do comitê central e presidente do partido governante cubano, falou ao povo de seu país pela televisão, referindo-se a alguns protestos e dizendo que o povo cubano não entregaria sua soberania a outro país.
Em suas declarações, o presidente cubano também alertou sobre o envolvimento de Washington em ações políticas desestabilizadoras contra Cuba, que se intensificaram durante a epidemia do Vírus Corona. Ele disse que os protestos eram reais, mas que os "mercenários" americanos abusaram deles nas redes sociais. O presidente cubano, é claro, advertiu que novas medidas não seriam toleradas.

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