Centenas de milhares de cidadãos de Teerã participaram da longa jornada de Arbaín

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  • Font : parstoday
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Os iranianos comemoraram o dia do Arbaín, que marca o final de 40 dias de luto após o aniversário do martírio de Imã Hussein (que a paz esteja com ele).

Nesta tradição que todos os anos se repetem, com mais fervor em todo o Irã, os fiéis muçulmanos mostraram sua lealdade ao Imã Hussein (S.A), o terceiro imã dos muçulmanos xiitas e às seus ideais, ou seja, lutar contra a tirania.

Em Teerã, a capital iraniana, centenas de milhares de fiéis recordaram esta data no domingo com dor e tristeza, participando em uma longa caminhada até o santuário de Hazrate Abolazim, no sul da cidade. A jornada começou na Praça de Imã Hussein no centro da capital e finalizou com a chegada ao Santuário de Hazrat Abdul-Azim, localizado ao sul da cidade no distrito de Rei. 15 quilômetros de caminhada sob forte chuva do outono.

Cada ano, milhões de muçulmanos viajam nesta data ao santuário de Imã Hussein (que paz esteja com ele), na cidade iraquiana de Karbala. Embora Arbaín seja uma cerimônia espiritual dos muçulmanos xiitas, sunitas, cristãos e izadíes também participam da peregrinação. Independentemente da cor ou crença eles veem o Imam Hussein (P) como um símbolo de liberdade e de luta contra opressores.

Imã Hussein o neto do profeta do Islã, Mohammad (P.E.C. E), e os seus 72 companheiros foram mortos em Karbala há 14 séculos na batalha lançada pelo segundo califa omíada, o Yazid. Eles se recusaram a jurar lealdade ao califado corrupto e tirânico. Seu martírio é um símbolo de resistência e a eterna vitória da verdade sobre a mentira e luz sobre as trevas.

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