Islã
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Do Faraó do Egito ao “Faraó” da América: a Lei da Resistência do Povo de Moisés
O Alcorão apresenta características específicas para o “povo de Moisés” (os Filhos de Israel crentes), que se tornaram a base para sua libertação das garras do Faraó. Esses indicadores podem ser comparados com as descrições do líder da Revolução Islâmica sobre o “povo do Irã”.
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Qual é a regra das armas de destruição em massa no Islã?
Será que o Alcorão, ao dizer: “E preparai contra eles tudo o que puderdes de força”, concede uma autorização absoluta para a produção de qualquer tipo de arma, inclusive armas de destruição em massa? O Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) narra do Profeta Muhammad (s.a.w.) que: “Os muçulmanos não têm permissão para espalhar veneno nas terras dos inimigos.” É evidente que uma religião com tais princípios não pode Permissão o uso de armas que atingem indiscriminadamente civis e militares e destroem o meio ambiente. A proibição da agressão nos versículos do Alcorão, as regras claras de guerra e os limites impostos ao uso da força nas tradições islâmicas demonstram a oposição do Islã às armas de destruição em massa.
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O segredo da dignidade que faz o inimigo recuar: a unidade na visão do Nahj al-Balāgha
O Comandante dos Fiéis, Imam Ali (a.s.), na خطبة 192 do Nahj al-Balāgha, afirma que sempre que os povos do passado abandonaram a divisão e se empenharam na unidade, foram agraciados com dignidade, afastamento dos inimigos, expansão do bem-estar e preservação da honra e da nobreza. O Alcorão também enfatiza que a disputa e a divisão levam à fraqueza e à perda de poder (Al-Anfāl, 46), e as narrativas dos Ahl al-Bayt (a.s.) apresentam a “adesão à comunidade” como condição essencial para a continuidade e estabilidade social. Assim, a responsabilidade contemporânea é refletir sobre essa diferença histórica e aderir ao que gera dignidade: a unidade centrada na verdade.
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As lições éticas do Imam al-Sadiq (a.s.) para o mercado
Aquilo que herdamos do legado intelectual do Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) sobre economia e comércio não é apenas um conjunto de Conselhos éticos. Trata-se de um sistema integrado que ativa simultaneamente dois níveis complementares: por um lado, Regras jurídicas e normativas precisas para as transações; por outro, valores éticos que vão além das exigências legais mínimas, promovendo eficiência econômica, dignidade humana e justiça nas atividades comerciais.
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A posição científica e moral do Imam al-Sadiq (a.s.)
O Imam al-Sadiq (a.s.), no campo da transmissão de hadith, da jurisprudência e da emissão de pareceres jurídicos, ocupou uma posição elevada também entre os estudiosos sunitas, a ponto de ser considerado mestre de figuras como Abu Hanifa e Malik ibn Anas. O grande número de estudantes que frequentavam suas aulas e transmitiam seus ensinamentos demonstra a عظمت de sua personalidade científica. Relata-se que, na mesquita de Kufa, novecentas pessoas narravam hadiths dele. Apesar de muitos transmissores, durante o período dos omíadas, não terem coragem de narrar seus ensinamentos, os estudiosos islâmicos não transmitiram de ninguém tantos hadiths quanto dele.
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7 Mandamentos do Líder Supremo da Revolução Islâmica do Irã para Construir um Irã Forte
Para construir um “Irã forte”, seguindo as orientações do Líder Supremo da Revolução Islâmica, é necessário, ao mesmo tempo, manter a presença nas ruas junto com a negociação, o esforço científico e econômico contínuo, e a vigilância do coração e da mente diante dos ataques midiáticos, de modo a frustrar o inimigo. A unidade nacional, a benevolência e a solidariedade (muwasat), juntamente com a firme determinação de reivindicar justiça pelos mártires, constituem o capital social deste caminho. Por fim, por meio da consideração mútua diante das dificuldades naturais e da transformação da paciência em cultura, um Irã invencível poderá tornar-se um modelo para o mundo.
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Iniciativa consciente; uma leitura de “ir à frente do Imam” no pensamento de defesa da liderança
Se a sociedade estiver sempre esperando uma ordem explícita do Imam, o inimigo pode aproveitar a oportunidade para desferir um golpe fatal antes mesmo que os soldados recebam a orientação necessária. O Imam Sadiq (a.s.) diz: “Aquele que não se adianta ao seu irmão crente nas boas ações, o trai.” (interpretação presente em fontes jurisprudenciais). Assim, o atraso na ação oportuna pode, em certos casos, constituir uma forma de falha ou negligência.
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A visão da jurisprudência xiita sobre o “jihad”
O “jihad” é o fundamento essencial do Islã e o pilar central dessa estrutura. Na jurisprudência xiita, ele é dividido em duas categorias: o “jihad maior” e o “jihad menor”. O “jihad maior” é a luta contra o inimigo interior, ou seja, os desejos e impulsos descontrolados. O “jihad menor” é a resistência contra os inimigos externos, aqueles que se opõem à verdade, à justiça, à virtude e à religião.
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As duas faces da quebra de tratados: da violação do cessar-fogo à vigilância da comunidade
O Alcorão e as tradições islâmicas consideram a quebra de pactos como uma característica marcante dos inimigos e alertam os crentes para que não sejam enganados por promessas falsas. Ao mesmo tempo, afirmam que, diante da violação de acordos, existe o direito de resposta proporcional. A orientação geral é manter vigilância, fortalecer a capacidade de defesa e agir com consciência para enfrentar situações de conflito.
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O pudor no espaço virtual
O que aconteceu para que a geração atual no Irã apagasse, com um simples “story”, a fronteira entre o “próprio” e o “estranho”, uma fronteira que a arquitetura tradicional havia desenhado com tanta precisão por meio das divisões internas e externas das casas? Em uma sociedade onde a “cortina da porta” simbolizava pudor e proteção da honra, compartilhar a vida privada tornou-se sinal de intimidade e modernidade. Essa mudança levanta uma questão fundamental: os meios de comunicação eliminaram o pudor na cultura iraniana ou apenas o redefiniram?
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Se existe o destino divino, então o ser humano não é livre?
O termo “qadā” significa, na linguagem, “julgar, decidir e concluir”, e no sentido técnico refere-se à realização dos acontecimentos por meio de suas causas. Já “qadar” significa “medida e determinação”, e indica as características, limites e condições de existência das coisas. O destino divino, tanto no plano da criação quanto no plano da legislação, não contradiz a liberdade humana; ao contrário, o destino do ser humano depende de causas nas quais a sua vontade e esforço ocupam um lugar essencial.
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Do sangue do coração ao rubi eterno
Como o “sangue do coração” do líder da Revolução se transformou em um rubi raro que brilhou na “coroa” da dignidade dos oprimidos do mundo? Como a firmeza de um homem pode conduzir à grandeza de uma nação? A comunidade islâmica alcançou honra e reconhecimento global através dos sacrifícios e da perseverança do Aiatolá Khamenei, líder mártir da Revolução.
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As ruínas universitárias: a vitrine do “Irã ideal do Ocidente”
Chefe do órgão de representação do Líder Supremo nas universidades: o objetivo do inimigo ao atacar centros científicos é substituir universidades produtivas por centros de difusão de uma cultura ocidental decadente.
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Imam Ali e a comparação dos kufanos com camelos sem pastor
O Imam Ali ibn Abi Talib (a.s.), dirigindo-se ao exército de Kufa, disse: “Vocês são como camelos sem pastor: sempre que são reunidos de um lado, dispersam-se do outro.” Essa comparação indica que vocês possuem uma vontade fraca, pensamentos dispersos e desorganizados, não conseguem reconhecer seus próprios interesses, não têm unidade de visão e não se levantam com ordem e força para enfrentar o inimigo.
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A missão dos profetas no combate aos tiranos e opressores à luz do Alcorão e das tradições
O Alcorão considera o objetivo da missão dos profetas como “evitar o tirano” juntamente com a “adoração a Deus”; portanto, combater os opressores faz parte da própria missão, e não é um erro. A conduta de Abraão diante de Nimrod, de Moisés diante do Faraó e do Profeta do Islã diante de Abu Sufyan demonstra que a resistência à injustiça é um dever permanente para todos os muçulmanos. O Imam Khomeini enfatizou essa حقیقت ao afirmar que a luta contra a arrogância global é a continuidade do caminho dos profetas, e que submeter-se aos opressores é contrário ao Alcorão, à razão e à humanidade.
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Uma breve análise da história de Israel
A análise da história complexa dos Filhos de Israel — desde o profeta Abraão, origem do monoteísmo, até Moisés — à luz dos versículos do Alcorão e das transformações de suas crenças e comportamentos ao longo dos séculos, oferece lições importantes para as relações entre religiões no mundo contemporâneo.
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O duelo de dois modelos: a mulher objetificada ou a mulher que faz história?
No cenário turbulento da civilização contemporânea, a mulher não é um elemento secundário, mas o eixo central da disputa de vontades. Este texto analisa o confronto entre o modelo da mulher muçulmana e o modelo sedutor ocidental no contexto da resistência e da identidade.
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A continuidade da história de Karbala ao Irã
A mensagem mais importante de Ashura é o confronto entre “dignidade e honra” e “humilhação e submissão”. O Imam Hussain declarou, em resposta à proposta de jurar lealdade a Yazid: “Eu não vejo a morte senão como felicidade, e a vida com os opressores senão como sofrimento.” Essa visão estabeleceu uma cultura na qual a morte com dignidade é preferível à vida com humilhação.
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Resistência diante da injustiça, não negociação com o opressor
No Alcorão Sagrado, o silêncio diante da injustiça — como indicado no versículo 165 da Surata Al-A‘raf — é considerado cumplicidade com o opressor. O Imam Ali (a.s.), no Nahj al-Balagha, descreve a tirania como a pior condição humana e a justiça como شرط essencial para a permanência de qualquer governo. Os sábios da religião enfatizam que negociar com o opressor não o impede, mas o torna ainda mais audacioso, como demonstrado pelo Imam Hussain (a.s.), que apresentou o levante como a principal solução. Portanto, o único caminho para eliminar a injustiça é a resistência e a firmeza, não a complacência e o compromisso.
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Tesouros escondidos nas gavetas dos armários das mulheres iranianas
Em uma época em que a guerra ultrapassou as fronteiras e alcançou nossas mesas e economias domésticas, a generosidade do crente não é apenas um ato moral, mas um golpe certeiro no coração da agressão econômica do inimigo. Este texto analisa o papel da família nesse campo de batalha.
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O calmante do Alcorão nas noites de bombardeio para as crianças
Em tempos de guerras híbridas, em que o inimigo, por meio de “bombas informativas”, busca destruir a tranquilidade das famílias, recorrer à fortaleza da “sakina divina” é o único caminho para preservar a segurança psicológica das crianças e da sociedade.
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O milagre da presença: uma reflexão sobre a previsão do líder mártir e a epopeia popular nas noites decisivas
A história da Revolução Islâmica do Irã sempre foi marcada por um vínculo inseparável entre a liderança e o povo. Uma das manifestações mais brilhantes dessa ligação se revelou nas noites sensíveis e decisivas após a dolorosa partida do líder mártir da Revolução, o Imam Khamenei (que a misericórdia de Deus esteja sobre ele). Entre as inúmeras análises e narrativas sobre esses momentos, encontram-se relatos emocionais e cheios de fé que revelam a profundidade da crença do povo nos ideais da Revolução e da liderança. O presente texto é um testemunho pessoal de uma observação direta do “milagre” da previsão do líder mártir sobre o papel decisivo do povo no destino do país.
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Unidade islâmica: dos ensinamentos do Alcorão à civilização global do Islã
O Alcorão e a tradição islâmica apresentam a unidade dos muçulmanos como uma obrigação divina e como base para a formação de uma nova civilização islâmica, que se concretiza por meio do foco nos pontos comuns e da rejeição da divisão. Obstáculos como o sectarismo religioso, as intervenções estrangeiras e os movimentos extremistas se colocam contra esse ideal. A realização de um governo global islâmico representa o estágio final desse processo, alcançado por meio da convergência religiosa, política e econômica da comunidade islâmica.
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Ética na sala de guerra do xiismo: da genealogia dos mísseis de precisão às bombas cegas
Em um tempo em que as consciências despertas do mundo sofrem ao ver os escombros de hospitais e o lamento de mães em Gaza, a releitura da escola defensiva do xiismo revela a diferença fundamental entre um poder libertador e a barbárie de uma dominação opressiva.
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Projéteis invisíveis em nossos bolsos: o jihad do esclarecimento para romper o cerco do desespero
Em uma época em que o campo de batalha se deslocou das trincheiras de areia para as telas de vidro dos celulares, negligenciar a guerra das narrativas pode sacrificar a fé e a esperança de um povo. Este texto trata da missão de cada indivíduo nesse novo tipo de combate.
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Uma mãe entre as cinzas da guerra
Retiramos o exame de ultrassom de sua mão direita. Estava amassado. Havia manchas marrons sobre ele. Talvez lágrimas. Talvez sangue. Talvez os dois. Na outra mão, havia uma boneca. Uma boneca rosa. Costura grosseira. Com o algodão saindo do ventre. Um dos botões dos olhos havia se soltado. Uma das orelhas estava queimada. No peito, escrito com caneta: “Para minha Nazanin, da mamãe.”
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Como tornar a oração algo “amado” para nossos filhos?
Uma das preocupações mais frequentes dos pais religiosos é a questão da oração dos filhos. Imagine um pai preocupado com a falta de atenção do seu filho adolescente à oração, ou uma mãe que não sabe o que fazer com seu filho brincalhão na hora do chamado para a oração. Será que recompensa e punição resolvem? É preciso rigidez? Ou devemos esperar até a “idade da obrigação religiosa” para que tudo se resolva?
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Da busca pela justiça à ruptura das normas: qual é o critério alavita?
O Comandante dos Fiéis, Ali ibn Abi Talib (a.s.), durante seu período de governo, enfrentou três fenômenos distintos na sociedade: protestos pacíficos, tumultos e fitnas (hā’ishāt) e ataques surpresa (ghārāt). A análise de como ele lidou com cada uma dessas situações revela um modelo de governo, baseado em princípios sólidos, que oferece lições valiosas para a sociedade contemporânea.
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Um refúgio chamado tranquilidade em meio à tempestade da guerra
Em meio ao turbilhão de notícias negativas e às instabilidades econômicas, o ser humano contemporâneo precisa, mais do que nunca, de uma “ilha de estabilidade”. Este texto analisa o conceito de confiança em Deus (tawakkul) como uma solução prática para superar os bloqueios psicológicos e sociais no mundo desafiador de hoje.
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Quando o Alcorão considera a vitória como direito do defensor
O Sagrado Alcorão, por meio de versículos claros como “Combatam aqueles que vos combatem” (qātilū alladhīna yuqātilūnakum) e “Foi concedida permissão àqueles que são combatidos” (udhina lilladhīna yuqātalūn), considera a guerra permitida apenas no âmbito da defesa diante de agressão, e considera qualquer iniciativa de guerra como transgressão, algo que Deus não ama. Esse princípio também se manifesta na prática do Profeta (s.a.a.s.) e do Comandante dos Fiéis, Ali (a.s.); o Profeta desencorajava o desejo de confronto com o inimigo, e o Imam Ali enfatizava que jamais iniciava uma batalha. Portanto, os ensinamentos islâmicos consideram que a verdadeira vitória pertence aos defensores que se levantam contra a injustiça, e não aos agressores que ultrapassam os limites da justiça.