De acordo com a Casa Branca, no encontro, Trump e Netanyahu conversaram sobre a atual trégua em Gaza, dentro de interesses mútuos, questões do Oriente Médio, cooperação e outros temas.
Em frente à Casa Branca, as bandeiras da Palestina servem como um lembrete de que o mundo não esquece os crimes de Netanyahu e o regime de ocupação que ele representa.
Netanyahu é basicamente o primeiro convidado oficial de alto nível da Administração desde a posse de Trump. Isso destaca os laços entre o sionismo e os governos dos EUA, especialmente se considerarmos que o criminoso de guerra é procurado pela justiça internacional.
Durante seu primeiro mandato, Trump, favoravelmente, concedeu ou colaborou com Netanyahu em diversas situações estratégicas: os Acordos de Abraão, sanções e pressão contra os oponentes da entidade de apartheid, a realocação da Embaixada dos EUA para Al Qods (Jerusalém), assistência financeira e militar, exceções e benefícios para o setor privado sionista, entre outros.
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