O assassinato do brasileiro-palestino Walid Khaled Abdullah Ahmed, 17 anos, no infame campo de concentração sionista de Megiddo, amplamente conhecido por empregar métodos de tortura horripilantes, incluindo choques elétricos, espancamentos, privação de comida e até o uso de cachorros para torturar reféns palestinos é, se não bastasse o genocídio televisionado em curso, a gota d’água que torna completamente insustentável a manutenção de laços diplomáticos entre o Brasil e a gangue genocida autoproclamada “israel”.
Walid Ahmed foi sequestrado pelos israelenses em 30 de setembro de 2024, assim como foram cerca de 1 milhão de palestinos sequestrados pela ocupação sionista a partir de 1967, e não é o primeiro cidadão brasileiro assassinado pelos degenerados sionistas na campanha de aniquilação que a imprensa tupiniquim se recusa a chamar de genocídio.
Antes de Ahmed, “israel” assassinou a bebê brasileiro-libanesa Fátima Abbas, de um ano e um mês, em outubro de 2024, além das crianças brasileiras Ali Kamal Abdallah e Myrna Raef Nasser, de 15 anos e 16 anos, em setembro do ano passado.
Não é mais possível achar “israel” normal e conviver com o banho de sangue promovido pelos gangsters de Tel Aviv na Palestina.
“israel” assassinou ao menos 61.890 palestinos, sendo 22.061 crianças, 12.998 mulheres, ao menos mil assassinadas grávidas, 1.068 profissionais de saúde, 208 jornalistas e mais de 300 trabalhadores humanitários.
Considerando as mortes ditas “indiretas” e não contabilizadas, podemos estar diante do extermínio de 254 mil palestinos em 535 dias, 11,5% da demografia de Gaza, de acordo com a Revista The Lancet.
A maior matança proporcional da história contemporânea. Isso seria o equivalente a 23,5 milhões de brasileiros exterminados em 17 meses.
................
308
Your Comment