Os meios de comunicação inimigos atuam diretamente nas redes sociais estrangeiras (Instagram, Twitter/X, Telegram e, às vezes, até por meio de VPNs). Porém, o mais perigoso é a infiltração em plataformas internas ou a criação de canais e grupos que parecem locais. Eles criam contas falsas com nomes e fotos iranianos, entram em grupos de adolescentes e, com a tática de “identificação empática”, roubam a mente deles.