No Nahj al-Balagha, o Imam Ali (a.s.), em sua Hikmat (Sabedoria) nº 136, define o jihad da mulher como o bom e virtuoso companheirismo ao marido — «وَ جِهَادُ الْمَرْأَةِ حُسْنُ التَّبَعُّلِ».
O Imam explica que, no campo de batalha, o jihad do homem envolve grandes sacrifícios: gastar bens, arriscar a própria vida, separar-se da esposa, dos filhos e da família, além de suportar ferimentos e dificuldades extremas. Por isso, as mulheres também realizam um jihad importante quando, diante das dificuldades da vida doméstica, das queixas e até das palavras duras ou ciúmes do marido, demonstram paciência, tolerância e perseverança.
Na era atual, em que o mundo islâmico e a humanidade enfrentam diversos desafios, incluindo a invasão cultural, as tribulações políticas, as desigualdades econômicas e a necessidade de retornar à identidade religiosa autêntica, o Líder Supremo da Revolução Islâmica, Sua Eminência Aiatolá Khamenei (Que Allah proteja sua sombra), desempenha um papel inigualável como o porta-estandarte do pensamento islâmico puro e o continuador do caminho do Imam Khomeini (R.A.).