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Da infância católica ao Xiismo: a trajetória de uma brasileira em busca de Deus, da beleza e da dignidade
Belo Horizonte — A história de Karina Ameenah com o Islã começou muito antes de sua conversão. Ainda criança, uma pergunta despertada pela leitura de O Homem que Calculava, de Malba Tahan, a levou a investigar quem era Allah e a conhecer o Alcorão. Décadas depois, após experiências com o catolicismo, o Sunismo e diferentes comunidades culturais e religiosas, Karina encontrou no Xiismo uma expressão da fé que, segundo ela, unia espiritualidade, arte, história e defesa da dignidade humana.
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Vania Ghisolfi: “Não perdemos nossa essência uma vez que mudamos nossa religião”
Depois de mais de duas décadas como muçulmana, Vania Ghisolfi avalia as transformações na percepção do Islã no Brasil, fala sobre educação e o papel das mulheres brasileiras muçulmanas e relembra as experiências mais difíceis de sua vida. Para ela, o Islã tornou-se o “código de vida” que lhe permitiu compreender sua existência e enfrentar as adversidades.
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Entre Brasil, Turquia e Irã: Vania Ghisolfi encontra no Islã uma identidade que atravessa fronteiras
Seis anos vivendo na Turquia e a atual residência em Mashhad ampliaram a experiência de Vania Ghisolfi como mulher brasileira muçulmana. Ao falar sobre cultura, família, maternidade e educação dos filhos, ela destaca a importância do respeito, do conhecimento e da experiência de viver o Islã em diferentes sociedades.
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Vania Ghisolfi: Eu precisava de um caminho, acreditava em Deus, mas estava perdida
Brasileira nascida em São Paulo, Vania Ghisolfi cresceu em uma família de tradição cristã e enfrentou ainda na infância a perda do pai. Aos 17 anos, depois de anos buscando respostas para um profundo vazio espiritual, conheceu o Islã e iniciou uma trajetória que transformaria sua relação com Deus, sua visão sobre a vida e seu próprio futuro