Na era de uma peste silenciosa, onde as telas luminosas arranham a alma e injetam ansiedade, o mês do Ramadã não é apenas o banquete de Deus, mas também uma oportunidade para a «desintoxicação do espírito». O jejum é um exercício de abandonar hábitos destrutivos — desde a alimentação, até os desejos da alma e até mesmo estas telas infinitas.
Quando você ouve a palavra “jihad”, que imagem se forma em sua mente? Provavelmente um campo de batalha militar, o som de explosões e o cheiro de pólvora. No entanto, hoje, o campo de jihad mais complexo — e talvez mais decisivo — é exatamente a tela luminosa do telefone que você tem nas mãos. Uma batalha cujo campo são as plataformas digitais e cujas armas são os dados e os conteúdos.