No cenário turbulento da civilização contemporânea, a mulher não é um elemento secundário, mas o eixo central da disputa de vontades. Este texto analisa o confronto entre o modelo da mulher muçulmana e o modelo sedutor ocidental no contexto da resistência e da identidade.
No percurso do crescimento humano e das experiências da vida, o ser humano nem sempre enfrenta inimigos externos; por vezes, os perigos mais profundos ocultam-se dentro de si mesmo. Esses perigos não fazem barulho, mas, lenta e silenciosamente, consomem a dignidade, a autoconfiança e a serenidade interior.