lutar
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A análise do papel central da mulher na transformação do “momento do colapso” em “momento de construção da história”
Em 10 de março de 2026, um dia em que a terra pareceu estremecer para os buscadores da verdade. Naquela ocasião, Sayyida Hoda Hosseini Khamenei, filha de um líder mártir, perdeu em um único instante o pai, o marido e a irmã, em decorrência de um crime cometido pelos mais cruéis entre os homens. O acontecimento abriu, mais uma vez, uma nova camada de leitura da tragédia de Karbala, na qual também Zaynab (a) testemunhou, em um único dia, a morte de seu irmão, sobrinhos e filhos.
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A elegia de combate de Qasim ibn al-Hasan (a.s.)
A elegia de combate de Qasim ibn al-Hasan (a.s.)
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Luta sem espada: quando a paciência se torna jihad
Em muitas tradições espirituais, especialmente no Islã, a noção de “jihad” não se limita à guerra ou ao uso da espada. Em sua essência, trata-se de uma luta constante para preservar a verdade, a justiça e a dignidade humana — tanto no plano externo quanto no interior do ser humano.
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A missão dos profetas no combate aos tiranos e opressores à luz do Alcorão e das tradições
O Alcorão considera o objetivo da missão dos profetas como “evitar o tirano” juntamente com a “adoração a Deus”; portanto, combater os opressores faz parte da própria missão, e não é um erro. A conduta de Abraão diante de Nimrod, de Moisés diante do Faraó e do Profeta do Islã diante de Abu Sufyan demonstra que a resistência à injustiça é um dever permanente para todos os muçulmanos. O Imam Khomeini enfatizou essa حقیقت ao afirmar que a luta contra a arrogância global é a continuidade do caminho dos profetas, e que submeter-se aos opressores é contrário ao Alcorão, à razão e à humanidade.
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O Papel do "Arba'in" no Despertar Islâmico
O Arba'in, ao fortalecer a solidariedade islâmica e aumentar a conscientização sobre os valores de Ashura, desempenha um papel importante no despertar islâmico. Esta cerimônia incentiva as pessoas a refletirem sobre a luta contra a opressão e a busca por justiça.