Segundo a entidade, as mortes resultam de um sistema de violações que inclui tortura, fome, negligência médica, agressões sexuais, humilhações e privação dos direitos humanos mais básicos. O destino de vários detidos de Gaza permanece desconhecido devido à prática de desaparecimento forçado, enquanto depoimentos indicam possíveis execuções sumárias.
Desde 1967, pelo menos 329 palestinos identificados morreram sob custódia da ocupação. “Israel” também mantém retidos os corpos de 100 prisioneiros mortos, dos quais 89 faleceram desde o início do genocídio.
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