• O Amanhecer da Revolução e a Esperança do Meio de Sha‘bān

    O Amanhecer da Revolução e a Esperança do Meio de Sha‘bān

    A cultura da Mahdawiyyat (messiânica) é o oposto direto do projeto inimigo de produção do desespero. Em um momento em que os Estados Unidos e seus meios de comunicação aliados, ao enfatizarem a ameaça de guerra, buscam gerar medo e ansiedade na sociedade, o pensamento da Espera (Intizār) recorda esta verdade fundamental: a história é o campo de confronto entre a verdade e a falsidade, e o futuro é construído pela vontade dos povos resistentes — não pelo alarde das potências em declínio.

  • Um olhar sobre as normas religiosas dos jogos eletrônicos

    Um olhar sobre as normas religiosas dos jogos eletrônicos

    O esporte do bilhar, se for praticado com apostas, ou se resultar em consequências morais ou sociais negativas, ou ainda se implicar a prática de algum pecado, não é permitido.

  • Implementação da Teoria da “Nafy-e Sabil” no Sistema Islâmico e seus Pontos Fracos

    Implementação da Teoria da “Nafy-e Sabil” no Sistema Islâmico e seus Pontos Fracos

    A “Nafy-e Sabil” é um dos princípios que regem as relações políticas, econômicas e militares do Irã com outros países. Essas relações, por serem mais visíveis, têm recebido prioridade; enquanto isso, as relações culturais unilaterais — que podem ser caracterizadas mais como infiltração cultural do que como intercâmbio cultural — têm sido negligenciadas. Isso ocorre apesar do fato de que a cultura constitui a camada mais fundamental que governa uma sociedade. Caso a Nafy-e Sabil não seja aplicada no campo cultural, a possibilidade de sua efetivação em outras áreas tende a diminuir.

  • A Desconfiança em Relação aos Quebradores de Pactos sem Religião nas Palavras do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.)

    A Desconfiança em Relação aos Quebradores de Pactos sem Religião nas Palavras do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.)

    O dito do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.) — “Não confies no pacto e na aliança daquele que não tem religião” — adverte que a ausência de religião elimina o fundamento moral da fidelidade aos compromissos. Os religiosos, em razão da crença em Deus e do senso de responsabilidade interior, tendem a ser mais fiéis aos seus pactos; enquanto os irreligiosos podem agir exclusivamente com base em interesses e, assim, romper acordos. Essa palavra serve como orientação para escolhas conscientes nas relações humanas e para a prevenção de danos decorrentes de uma confiança indevida.

  • Quando nosso filho foge dos espaços religiosos!

    Quando nosso filho foge dos espaços religiosos!

    Sempre que eu dizia: — “Mohammad Hassan, vamos à hussainiya?” ele era contra. E se acabasse indo, ninguém tinha coragem de cumprimentá-lo! Ele gritava e chutava as pernas em direção à pessoa. Eu já tinha passado da fase de ficar vermelha ou pálida de vergonha. Aos poucos, todo mundo já tinha entendido que era melhor não falar nada com ele