Xiita

  • As características do xiita na escola do Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.)

    As características do xiita na escola do Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.)

    Na escola dos AhlulBayt, ser xiita se manifesta na conduta e no modo de viver, e a verdadeira essência do xiismo se revela na prática e no compromisso com seus ensinamentos. Em uma tradição, o Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.) menciona um conjunto de qualidades e comportamentos que retratam o verdadeiro xiita, desde a piedade, a cautela diante do pecado, a sinceridade e a honestidade até a adoração e o bom tratamento com os outros.

  • A Epopeia Infinita de uma Escola de Pensamento; Como o Ideal Xiita, de um Discurso Perseguido, Transformou-se numa Civilização Global?

    A Epopeia Infinita de uma Escola de Pensamento; Como o Ideal Xiita, de um Discurso Perseguido, Transformou-se numa Civilização Global?

    Imagine uma semente lançada num solo salitroso, pisoteada pelos poderosos, sobre a qual chove fogo do céu — e que, não apenas não perece, mas transforma-se numa floresta densa e frondosa; uma floresta cujas raízes as tempestades mais ferozes da história fincam ainda mais profundamente na terra, e cuja sombra se estende sobre os oprimidos do mundo. Esta é a trajetória surpreendente de uma escola de pensamento que, hoje, segundo analistas orientais e ocidentais, encontra-se no "seu estado mais forte desde o início do Islã até os dias atuais". Não se trata apenas de uma análise política; é a narrativa de um milagre divino contínuo, que despontou nas noites escuras da opressão e cujo sol, hoje, desde o leste do Irã islâmico, ilumina terras distantes e próximas. Para compreender essa superpotência espiritual, é necessário iniciar a jornada pelas vielas de Medina e chegar às avenidas do mundo contemporâneo.

  • A Epopeia Infinita de uma Escola de Pensamento; Como o Ideal Xiita, de um Discurso Perseguido, Transformou-se numa Civilização Global?

    A Epopeia Infinita de uma Escola de Pensamento; Como o Ideal Xiita, de um Discurso Perseguido, Transformou-se numa Civilização Global?

    Imagine uma semente lançada num solo salitroso, pisoteada pelos poderosos, sobre a qual chove fogo do céu — e que, não apenas não perece, mas transforma-se numa floresta densa e frondosa; uma floresta cujas raízes as tempestades mais ferozes da história fincam ainda mais profundamente na terra, e cuja sombra se estende sobre os oprimidos do mundo. Esta é a trajetória surpreendente de uma escola de pensamento que, hoje, segundo analistas orientais e ocidentais, encontra-se no "seu estado mais forte desde o início do Islã até os dias atuais". Não se trata apenas de uma análise política; é a narrativa de um milagre divino contínuo, que despontou nas noites escuras da opressão e cujo sol, hoje, desde o leste do Irã islâmico, ilumina terras distantes e próximas. Para compreender essa superpotência espiritual, é necessário iniciar a jornada pelas vielas de Medina e chegar às avenidas do mundo contemporâneo.

  • A visão da jurisprudência xiita sobre o “jihad”

    A visão da jurisprudência xiita sobre o “jihad”

    O “jihad” é o fundamento essencial do Islã e o pilar central dessa estrutura. Na jurisprudência xiita, ele é dividido em duas categorias: o “jihad maior” e o “jihad menor”. O “jihad maior” é a luta contra o inimigo interior, ou seja, os desejos e impulsos descontrolados. O “jihad menor” é a resistência contra os inimigos externos, aqueles que se opõem à verdade, à justiça, à virtude e à religião.

  • Na entrevista da ABNA com Fátima Atsuko Hoshino
Da Universidade de Tóquio a Qom; o legado de Fátima al-Zahrāʾ (a.s.), um presente do Imam Reza (a.s.)

    Na entrevista da ABNA com Fátima Atsuko Hoshino Da Universidade de Tóquio a Qom; o legado de Fátima al-Zahrāʾ (a.s.), um presente do Imam Reza (a.s.)

    A mulher japonesa que, há 15 anos, em uma cidade sem mesquita nem husseiniyya, apenas por meio de pesquisas na internet, começou com a simples pergunta “por que gastam tanto contra o Islã?” e chegou, na prática, ao verdadeiro sentido de viver na servidão a Deus, hoje vive em Qom. Recebeu seu chador como presente no santuário do Imam Reza (a.s.), vestiu o legado de Fátima al-Zahrāʾ (a.s.) e encontrou tranquilidade sob a sombra de sua mãe espiritual, Hazrat Masuma (a.s.).

  • A Senhora Umm al-Banīn: A Voz das Mães da Resistência

    A Senhora Umm al-Banīn: A Voz das Mães da Resistência

    Quando Bashīr ibn Judhlam chegou a Medina e deu a notícia do martírio do Imam Ḥusayn (A.S.), Umm al-Banīn perguntou: "Quais são as notícias de Ḥusayn?" Bashīr disse: "Que Deus prolongue sua vida." Umm al-Banīn insistiu: "Fale-me de Ḥusayn!" Quando Bashīr disse: "Ele foi sacrificado por Ḥusayn, ele se tornou um mártir," Umm al-Banīn respondeu: "Minhas costas foram quebradas! Todos os meus filhos e tudo o que está sob o céu são um sacrifício por Ḥusayn." Isso significa que a Sua prioridade era o Imam, e não os Seus filhos.