Retiramos o exame de ultrassom de sua mão direita. Estava amassado. Havia manchas marrons sobre ele. Talvez lágrimas. Talvez sangue. Talvez os dois. Na outra mão, havia uma boneca. Uma boneca rosa. Costura grosseira. Com o algodão saindo do ventre. Um dos botões dos olhos havia se soltado. Uma das orelhas estava queimada. No peito, escrito com caneta: “Para minha Nazanin, da mamãe.”
No Dia Mundial da Criança, não devemos apenas celebrar, mas gritar: As crianças têm o direito de viver, brincar, rir. Não sob escombros, não no medo, não à sombra de bombas e explosões.