As mídias inimigas atuam diretamente nas redes sociais estrangeiras (Instagram, Twitter, Telegram e, em alguns casos, até por meio de VPNs). Porém, o que é mais perigoso é a infiltração em plataformas internas ou a criação de canais e grupos que parecem locais. Elas criam contas falsas com nomes e fotos iranianos, entram em grupos de adolescentes e, usando a tática da “identificação emocional”, roubam a mente deles.
Certamente já lhe aconteceu: duas e meia da madrugada, todos dormindo, mas sua mente exibindo repetidamente um filme antigo — aquele episódio de três anos atrás, aquela palavra dita cinco anos antes, aquela oportunidade perdida no ano passado, ou até mesmo a possível tragédia que talvez aconteça no próximo mês. Familiar, não? Os psicólogos chamam isso de “ruminação mental”. O interessante é que, séculos antes, o Nahj al-Balagha já havia apresentado um método para lidar com esse estado complexo — um método hoje confirmado pela própria psicologia moderna.