O Hamas classificou a Intifada como “um ícone inspirador para todas as gerações” e afirmou que décadas de ocupação e ações militares israelenses não conseguiram encerrar a resistência palestina. Para o movimento, Jerusalém e a Mesquita de Al-Aqsa continuam no centro da disputa, enquanto assentamentos e anexações ameaçam reduzir ainda mais as perspectivas de autodeterminação palestina.
As facções defenderam unidade nacional e uma estratégia política comum, além de maior mobilização árabe, islâmica e internacional. Vinte e seis anos depois, a mensagem política apresentada é direta: enquanto persistirem ocupação, assentamentos e ausência de uma solução para os direitos nacionais palestinos, permanecerão também as condições que alimentam sucessivos ciclos de confronto.
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