Suas declarações se referem à aprovação em passado 15 de novembro pela Câmara dos Representantes dos EUA, da maioria republicana, a re-autorização de 10 anos - até 2026- da controvertida Lei de Sanções a Irã, aprovada inicialmente pelo Congresso em 1996.
De acordo com informações do gabinete do líder, aiatolá Khamenei recebendo a visita de comandantes e oficiais superiores da Marinha, neste domingo, elogiou o progresso e a potencialidade das forças navais em diferentes aspectos como recursos humanos, o comando técnico e com ênfase na “importância de finalização de programas” e “evitar a precipitação" disse: para eliminar as carências e resolver as deficiências é necessário ter perseverança e grande empenho e não se render às restrições”.
Na reunião que, correu por ocasião do dia da Marinha, (27 de dezembro) aiatolá Khamenei salientou a importância do sector marítimo no progresso de alguns países, e assegurou: “o nosso país tem vastas fronteiras e uma longa história em navegação, de modo que a força e a capacidade da Marinha da República Islâmica "devem ser dignas ao sistema islâmico e a historia do país.”.

O líder da revolução islâmica considerou a poderosa presença da Marinha em águas livres como a causa de aumentar o poderio e a capacidade do país, em que esta presença deveria ser ainda maior.
Sobre as questões nucleares e a recente noticia de provável prorrogação das sanções unilaterais dos EUA contra o Irã, o aiatolá Khamenei afirmou: "Nas negociações (nuclear) se discutiu muito sobre as sanções, mas agora levantam a questão do alargamento das sanções no Congresso dos EUA e afirmam que não se tratam de sanções, mas da renovação [das restrições ao Irã]".
Para o líder, "não há diferença entre a imposição de sanções e a prorrogação dos embargos depois de expirar, este último também é [um exemplo de impor] sanções e a violação dos compromissos anteriormente assumidos pela contraparte.”.
De não se renovar, a lei norte-americana contra a República Islâmica expira no final de 2016. A renovação ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente Barack Obama para ter efeito e ser ratificada.
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