11 fevereiro 2017 - 21:22
Irã e Suécia forçam vínculos e urge fazer frente ao terrorismo

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse neste sábado sobre moderadas posturas do Governo sueco com respeito ao Irã, inclusive na época das sanções antiraniranas.

“As posturas da Suécia sempre foram moderadas e equilibradas, além de que não têm mudado, inclusive quando estavam em vigor as sanções contra o Irã”,  manifestações do senhor Rouhani durante uma conferência de imprensa conjunta com o premier sueco, Stefan Löfven.

O mandatário iraniano tem recalcado, ademais, de que partes estão altamente capacitadas para fortalecer seus laços nos âmbitos do transporte,  medo ambiente,  tecnologia da informação e as comunicações, a mineração e a indústria, pelo que tem administrado pelo aumento das cooperações bilaterais em todos os âmbitos, em particular no setor bancário.

“Devemos ser conscientes de que a atuação do regime sionista é a causa principal da insegurança e da tensão na região do  Oriente Médio ”,  palavras   do mandatário persa neste sábado .

Também  expressou seu desejo de que a Suécia, como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), desempenhe um papel construtivo em prol da paz em toda região.

Em relação com o acordo nuclear conseguido entre Irã e as potências do plano conhecido como o Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, por suas siglas em inglês), tem assinalado que este pacto “deixou bem claro que nosso país atua com transparência nos importantes assuntos internacionais e também demonstrou os fins pacíficos das atividades nucleares do Irã”.

Por sua vez, o premiê sueco, Stefan Löfven, na mesma reunião tem destacado que a Suécia irá cumprir  uma prioridade a completa implementação do JCPOA.

O premiê da Suécia tem anunciado que com Rohani tem conversado sobre os acontecimentos regionais, os direitos humanos, a crise  Síria, e as relações entre Irã e outros locais da região como Arábia Saudita, bem como os setores nos que Teerã e Estocolmo poderiam almentar suas colaborações.

Os dois ministros   assinaram cinco memorandos de entendimento nos âmbitos da tecnologia,  ciências,  investigação,  transporte,  tecnologias da informação e  comunicações, entre  assuntos relacionados com as mulheres e  família.

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