O porta-voz militar Tamer al-Refai adiantou, na nota, que, desde o início daquela operação, a 9 de fevereiro, o exército já registou a morte de 63 pessoas e a detenção de 1.311 suspeitos, incluindo as de hoje.
As forças egípcias adiantaram ainda ter conseguido desativar 45 engenhos explosivos e destruído 158 esconderijos e lojas de armas.
Desde a destituição do presidente islamita Mohamed Morsi, em 2013, que as forças de segurança enfrentam diversos grupos radicais, incluindo o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).
Na região, existem regras militares que impedem os jornalistas de aceder aos locais de conflito, sendo as informações veiculadas apenas pelo Exército, sem possibilidade de verificação.
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