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Confronto com a distorção da lógica corânica: Esperança ou autodeificação?
Enquanto o Líder da Revolução sempre enfatizou a “criação de esperança real” como uma obrigação nacional e religiosa, a corrente de pensamento hostil inverte esse espírito e o chama de “colocar-se no lugar de Deus”. Mas soprar o espírito de esperança no povo — da forma como o Líder Supremo fazia em todos os encontros com diferentes camadas da sociedade, traçando horizontes luminosos com base nos pontos positivos e nos capitais humanos do país — significa reivindicar invencibilidade inerente? Ou isso é exatamente a “esperança na vitória divina” que o Alcorão considera o lema dos crentes e descreve o desespero como atributo dos incrédulos? Este texto esclarece a fronteira entre a esperança tawhídica (monoteísta) e a autodeificação.
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Construção de Santuários e Douramento em Condições de Crise: Esses Gastos São Racionais?
A construção de santuários e zarihs (tumbas sagradas) é uma forma de expressar amor pela Ahlulbayt (a.s.) e de venerar os símbolos divinos, enquadrando-se no âmbito da religião. Portanto, não se considera uma bid’ah (inovação herética).
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Hajj: Uma obrigação inescapável que garante a sobrevivência da sociedade islâmica
As condições atuais e as complexidades regionais geraram questionamentos sobre a realização dos rituais do Hajj deste ano. No entanto, as análises mostram que esta grande obrigação, considerada como “o pilar da sustentação da Ummah islâmica”, não pode ser interrompida sob nenhuma circunstância. A Casa de Deus é “Balad Amin” (terra segura) e o país anfitrião garante a sua segurança para preservar a sua credibilidade; da mesma forma que os peregrinos iemenitas realizaram os seus rituais em segurança mesmo no auge da guerra. A decisão das altas instituições governamentais, incluindo o Conselho Supremo de Segurança Nacional, também se baseia na continuidade deste caminho, com a preservação total da segurança e da dignidade dos peregrinos.
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Irã afirma ter passado de "sancionável" a referência global em fornecimento de necessidades
O primeiro vice-presidente do Irã, Mohamad Reza Aref, declarou que o país transitou de uma posição de vulnerabilidade a sanções para tornar-se líder global no fornecimento de necessidades básicas.
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