Aref destacou que houve um tempo em que, para paralisar a nação iraniana, até a venda de combustível para aviões era negada ao país. Hoje, no entanto, esses mesmos países sentam-se à mesa de negociação com o Irã para garantir a continuidade das suas próprias cadeias energéticas.
Segundo ele, essa transformação é “o fruto da resistência”: o Irã passou de ser considerado “sancionável” a tornar-se uma referência no fornecimento de necessidades básicas.
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