• O Superpoder que é mais forte que as montanhas

    O Superpoder que é mais forte que as montanhas

    No Alcorão e no Nahj al-Balagha, o verdadeiro superpoder não se mede por armas nem por riqueza, mas pela “honra divina” — «E a honra pertence a Allah, ao Seu Mensageiro e aos crentes». Mede-se pela força suave da justiça e pela capacidade de tocar os corações. Não é a extensão dos territórios, mas a amplitude da misericórdia e da generosidade. O poder duradouro reside na competência dos governantes, na rejeição à opressão e na construção do país pelo próprio povo. Os critérios materiais — exércitos numerosos e cofres cheios — são apenas instrumentos, nunca a essência da honra. De acordo com o versículo «Duros contra os incrédulos, compassivos entre si», um superpoder divino deve ser firme diante do inimigo e misericordioso entre os seus. Esse é o segredo da eternidade — não a bomba atômica nem o tanque de guerra.

  • O Jihad das Mulheres nas palavras do Imam Ali (a.s.)

    O Jihad das Mulheres nas palavras do Imam Ali (a.s.)

    No Nahj al-Balagha, o Imam Ali (a.s.), em sua Hikmat (Sabedoria) nº 136, define o jihad da mulher como o bom e virtuoso companheirismo ao marido — «وَ جِهَادُ الْمَرْأَةِ حُسْنُ التَّبَعُّلِ». O Imam explica que, no campo de batalha, o jihad do homem envolve grandes sacrifícios: gastar bens, arriscar a própria vida, separar-se da esposa, dos filhos e da família, além de suportar ferimentos e dificuldades extremas. Por isso, as mulheres também realizam um jihad importante quando, diante das dificuldades da vida doméstica, das queixas e até das palavras duras ou ciúmes do marido, demonstram paciência, tolerância e perseverança.

  • Conselheiro do Líder do Irã: “Nós os derrotamos no campo de batalha”

    Conselheiro do Líder do Irã: “Nós os derrotamos no campo de batalha”

    O conselheiro sênior do Líder da Revolução Islâmica do Irã, Ali Akbar Velayati, afirmou que os Estados Unidos não obtiveram vitória sobre o Irã, nem no campo militar nem no diplomático.