Referindo-se aos ideais originais da Revolução Islâmica, enfatizou: "A Revolução Islâmica primeiro cortou as mãos dos estrangeiros deste país, e agora estamos testemunhando a plena realização da independência política".
Afirmando que a Revolução Islâmica do Irã provocou um despertar geral em todo o mundo, o Aiatolá Fazel Lankarani acrescentou: "Hoje estamos testemunhando o declínio de Israel e o declínio da superpotência Americana, a opinião pública não pode fechar os olhos para isso".
O membro da comunidade de professores do Seminário Teológico de Qom, considerou as conquistas da Revolução Islâmica como bênção e graça especial de Deus, e a sabedoria e orientação do Imam e do Líder Supremo".
Ele ainda acrescentou: "Estes ideais não teriam sido realizados exceto com o sacrifício dos Mujahidin, com o sangue puro dos mártires, e a presença do povo, esses são os pilares que constituem a Revolução Islâmica do Irã".
O Aiatolá Fazil Lankarani, ao explicar a posição da nação Iraniana e de todos os seres humanos no grande evento da Revolução Islâmica, afirmou: "Todos, quer no Irã ou fora do Irã, devem determinar a sua participação neste movimento global; de acordo com as tradições dos Imames (A.S), a Revolução Islâmica é a base de um enorme movimento global; é claro que esta base não significa uma concretização nos próximos dias ou anos, mas esta parte da história tem um efeito na era da emergência e do governo global".
Referindo-se às obras internacionais da Revolução Islâmica e à sua difusão, o membro da comunidade de professores do Seminário de Qom enfatizou: "Devemos encontrar o nosso próprio lugar na história e decidir qual contribuição queremos ter na religião, porque a Revolução Islâmica é o movimento da religião de Adão (A.S) e dos primeiros Profetas, até o Profeta final e os Imames infalíveis (A.S), do evento de Ashura, e etc., - todos estão conectados neste movimento único".
Ele afirmou que Deus criou a religião para a humanidade a fim de tornar o homem perfeito, e disse: "Desde Profetas e Imames até estudiosos, mujahidins, juristas, etc., todos contribuíram grandemente para a sobrevivência e fortalecimento da religião, por isso, se quisermos que a religião do Islã cresça e se espalhe pelo mundo, dia após dia, devemos preservar esta Revolução com todas as nossas forças, porque qualquer dano irá parar o movimento do Islã; é claro que a vontade de Deus é trazer a religião divina à atenção das pessoas de todo o mundo, e assim o público estará mais consciente do monoteísmo e do Alcorão".
Referindo-se à responsabilidade do homem na presença de Deus, em relação ao movimento histórico da religião, ele acrescentou: "O valor do homem é determinado em tais eventos e devemos descobrir a nossa própria contribuição e papel, e revelar aquilo de que somos capazes".
Ele também se referiu ao versículo: 'Allah não muda um povo até que ele mude a si mesmo' e lembrou: "É uma tradição divina que a mudança do destino social da humanidade seja feita por suas próprias mãos, e portanto, se buscarmos um governo justo, Deus nos concederá o mesmo, e se exigirmos um governo incompetente, um governo incompetente entrará em ação".
O Aiatolá Fazil Lankarani considerou a Revolução Islâmica como uma confiança e observou: "A Revolução Islâmica deve ser transmitida às gerações futuras com todas as suas características reais".
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