Daquele total, pelo menos 2.421 eram civis, entre os quais 86 eram menores e 131 mulheres. Foram mortos a tiro, decapitados, apedrejados ou atirados do alto de edifícios, entre outros.
O OSDH assinala que o movimento radical executou 487 dos seus militantes, alguns acusados de espionagem, outros de tentarem fugir ou de trabalharem para a coligação internacional liderada pelos Estados Unidos que combate os 'Daeshis'.
O Daesh controla zonas do norte e centro da Síria e do norte do Iraque, onde proclamou o seu califado há 27 meses, embora nos últimos meses tenha perdido parte dos territórios conquistados.
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