Escolas, universidades, instituições públicas e empresas privadas, encerraram hoje, após o Presidente palestino, Mahmoud Abbas, ter decretado um dia de luto.
Conforme avança a agência EFE, cerca de 40 mil pessoas participaram nos protestos de sexta-feira e mais de 1.400 ficaram feridas, entre as quais, 800 com ferimentos de bala e 600 por inalação de gás. Cerca de 20 feridos estão em estado crítico.
O secretário-geral da ONU, António Guterres já afirmou estar "profundamente preocupado" com a agitação em Gaza e apelou a uma "investigação independente e transparente" dos acontecimentos.
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