O crime é atribuído pela universidade onde a jovem estudava a paramilitares ligados ao regime sandinista de Daniel Ortega. Martínez compareceu ao Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, para falar sobre o caso. Além disso, o Brasil também convocou seu embaixador em Manágua, Luís Cláudio Villafañe, para consultas.
Segundo a polícia nicaraguense, o assassinato de Lima foi causado por um "vigilante de segurança privada", mas as circunstâncias ainda não foram esclarecidas. O suposto autor dos disparos também não foi identificado
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