24 maio 2016 - 21:42
Aiatolá Khamenei: As hostilidades dos EUA em relação ao Irã são devido à resistência do nosso povo

O Líder da Revolução Islâmica do Irã tem assinalado que a firme resistência do povo iraniano contra a arrogância dos EUA, é a principal razão para a inimizade de Washington ao seu país.

“Todas essas hostilidades e pretextos estão enraizados na recusa do nosso povo a se curvar a cabeça às políticas de arrogância. Assim que tivermos obedecido, nunca se haverá oposição ao nosso programa nuclear e de mísseis,” observou aiatolá Seyed Ali Khamenei. Em um discurso na cerimônia de formatura de cadetes do Exército na Universidade de Imam Hussein (S.A), realizada em Teerã (capital), o líder denunciou a hostilidade persistente dos "poderes hegemônicos" contra o país.

Falando sobre o programa de mísseis do Irã, ele se referiu às "tentativas banais" do inimigo-em referencia a EUA- que pretendia obstruir os árduos esforços de cientistas do país para desenvolver uma doutrina militar de dissuasão.

"Recentemente, se tem iniciado uma campanha midiática massiva contra este problema, no entanto, devem saber que tais distúrbios e gritaria não terão nenhum efeito e não podem fazer nada", assegurou.

Aiatolá Khamenei disse que as autoridades norte-americanas têm reconhecido que a nação iraniana se recusaria a submeterem-se as táticas de intimidação das "potências arrogantes" por devido a sua veemente fé em princípios islâmicos.

Ele também destacou a "determinação", a "resistência ao inimigo" e "preservação da identidade revolucionária e islâmica" como os principais fatores de vantagem e poder do sistema islâmico e do povo do Irã.

Ao finalizar, tem lembrado que os "poderes hegemônicos" recorreram a todas as ferramentas e recurso em uma tentativa de "dominar o sistema islâmico e forçá-lo à submissão", mas o povo muçulmano iraniano se absteve de seguir os seus passos e frustrou os seus "planos maliciosos”.

Durante a cerimônia de formatura que coincidindo com a vitória do Irã em a liberação de cidade de Khoramshahr, no sul do país, na guerra com o Iraque (1980-1988), os cadetes receberam a insígnia que os acreditam na graduação.