Para José Augusto de Castro, empresário e presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), mesmo com a possibilidade de abertura comercial, a perspectiva para os negócios segue sendo ruim. Para ele, a "normalidade" nas atividades comerciais só deve retornar dentro de um espaço de tempo que gira entre 3 e 4 meses.
"Porque isso não depende apenas do Brasil, depende do mundo. Se o mundo não estará normal, o Brasil também não estará normal", disse o empresário em entrevista à Sputnik Brasil.
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