O ataque ciberterrorista levado a cabo pelo regime israelita contra o Líbano provoca ainda mais vítimas no seu segundo dia.
Esta quarta-feira, os meios de comunicação libaneses noticiaram novas explosões que deixaram muitos mortos e centenas de feridos, na sua maioria civis e profissionais de saúde hospitalares.
O governo libanês classificou os ataques como um ato contra a sua soberania nacional e prometeu levá-los ao Conselho de Segurança da ONU.
Por seu lado, o Movimento de Resistência Islâmica do Líbano, o Hezbollah, disse que o regime israelita enfrentaria um duro acerto de contas,enquanto a sociedade libanesa não escondeu a sua indignação por este massacre israelita.
Muitos países regionais e organizações internacionais também condenaram o ataque contra cidadãos libaneses, incluindo Cuba, Egito, Jordânia, Irlanda, Rússia, Iraque e as Nações Unidas.
Por sua vez, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian descreveu o massacre dos pagers como uma vergonha para o Ocidente que apoia os crimes de Israel. Ele disse que o uso de ferramentas destinadas ao bem-estar humano como instrumentos de terror constitui o cúmulo da criminalidade, enquanto o ministro das Relações Exteriores iraniano expressou a solidariedade de Teerã com Beirute.
Esta quarta-feira, o Irã enviou um grupo de médicos, cirurgiões e enfermeiros especialistas ao Líbano para ajudar os feridos no incidente. Muitos países árabes, incluindo o Iraque, também ofereceram as suas equipes médicas para tratar civis feridos por explosões de pagers.