"Estamos certos que a crise síria pode ser resolvida sobre as sólidas bases do direito internacional que inclui um abrangente diálogo intrasírio, com a particioação de todos os grupos étnicos-confessionais, incluindo os curdos", escreveu o órgão em nota.
O Kremlin está sobretudo preocupado com "eventuais vítimas colaterais entre a população civil" e o alertou também para o perigo de "aumento das tensões interétnicas entre curdos e árabes".
A própria Síria havia, horas antes, condenado a incursão turca numa zona junto à fronteira controlada pelo grupo Daesh, classificando-a como "uma flagrante violação" da sua soberania, ao passo que as autoridades curdas consideraram que tal ação equivale a "uma declaração de guerra".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Damasco afirmou "condenar a travessia da fronteira entre a Turquia e a Síria por tanques e veículos blindados turcos em direção à área de Jarablos, com cobertura aérea da coligação liderada pelos Estados Unidos".
Por sua vez, a oposição síria no exílio manifestou-se a favor da intervenção, que considerou bem-vinda.
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