Em um comunicado emitido pelo Corpo dos Guardiães da Revolução de Islâmica do Irã (CGRI) notificou que o ataque com mísseis a posições do EIIL (Daesh, em árabe) na Síria acabou com a vida de pelo menos 65 terroristas.
Entre os terroristas mortos figuram seis comandantes conhecidos da organização terrorista em Deir al-Zur no este da Síria, indica a nota.
O CGRI anunciou no domingo em um comunicado que tinha lançado seis mísseis contra posições de Daesh na Síria, em resposta aos atentados perpetrados o passado 7 de junho pelo grupo terrorista em Teerã.
É importante assinalar que o Irã efetuou o lançamento em coordenação com o Governo do presidente sírio, Bashar al-Asad. Teerã enfatiza que este ataque é o primeiro passo em sua represália contra Daesh pelos atentados de Teerã e adverte de que “a grande bofetada está por chegar”.
Fontes militares iranianas informaram de que um alto cabeça do grupo Daesh, identificado como Saad al-Huseini, alias Abu Saad, cidadão de Arábia Saudita, foi abatido no ataque iraniano.
Na mesma jornada da terça-feira, o embaixador do Irã na Rússia, Mehdi Sanai, assegurou que estas ações militares são uma "resposta aos atos terroristas levados a cabo em Teerã", em referência ao duplo ataque perpetrado no Parlamento iraniano e o Mausoléu do aiatolá Khomeini (que descanse em paz), que deixaram ao menos 18 mortos e 43 feridos.
O diplomata iraniano assinalou que o CGRI tinha prometido responder aos atentados e "manteve sua promessa". A seu julgamento, o resultado obtido "demonstrou a força e capacidade militar do Irã".
Por outro lado, reiterou o compromisso de Teerã na luta antiterroristas e a solução do conflito na Síria e qualificou o ataque de advertência "" para aqueles que apoiam aos extremistas violentos.
O chanceler iraniano, Mohamad javad Zarif, defendeu na segunda-feira o ataque misilístico do Irã contra os terroristas na Síria e assegurou tratou-se de autodefensa legítima.
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