Três responsáveis dos serviços de informações e da defesa referiram ainda à agência noticiosa Associated Press (AP) que existirão 4.000 militantes e 3.000 apoiantes que eram empregados do EI e recebiam salários.
Na Síria, existirão outros 7.000 militantes do Estado Islâmico, e cerca de 5.000 apoiantes, acrescentaram.
Os responsáveis falaram sob a condição de anonimato porque não estão autorizados a emitir declarações aos 'media'.
Em 10 de julho, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, declarou a libertação de Mossul após nove meses de um conflito caracterizado por elevado grau de destruição.