Durante uma sessão no ministério da economia do regime de Israel, o diretor do Mossad manifestou seu respaldo aos atos violentos que ocorreram durante as manifestações que se iniciaram pacificamente em protesto pelo desemprego.
“Israel tem olhos, ouvidos e inclusive uma atenção especifica” pelo Irã, indicou Cohen, acrescentando que ao seu país “gostaria de ver uma revolução” no Irã.
Conquanto indicasse que os problemas econômicos “tivessem levado à gente às ruas”, admitiu que não houvesse resultado favorito ao regime israelense, de “ver uma revolução” no Irã. “Têm-se de rebaixar as expectativas”, disse ele.
De igual modo, afirmou que o Mossad procura uma “superioridade total “em espionagem” em todo o mundo”. “Não podemos ser os segundos quanto a pessoal, defesa ante ciberataques e espionagem”, disse.
Algumas cidades iranianas têm sido testemunhas de manifestações pacíficas contra a inflação e o desemprego, mas os inimigos de Teerã, liderados por os EUA e o regime de Israel, aproveitaram a oportunidade para atentar contra a Revolução Islâmica por meio de suas ações e elementos infiltrados nas manifestações, visando atuar vandalismo.
Mas, o seu complô foi neutralizado e os iranianos expressaram o seu apoio à Revolução Islâmica recusando as intervenções estrangeiras.
O Líder da Revolução Islâmica de Irã, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, prometeu na terça-feira que os danos provocados por Estados Unidos e seus cúmplices durante os distúrbios no país não ficarão sem respostas.
O presidente do Irã, Hassan Rouhani, por sua vez, destacou no mesmo dia a resposta adequada de todos os iranianos em rejeição à ingerência externa nos assuntos internos do país, que tem neutralizado outro complô do inimigo e desmantelado seus planos anti-iranianas.
308