Os resultados dos testes de DNA devem ser comparados com os familiares das vítimas em Teerã, disse Alireza Irvash à Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA).
Sanchi, o petroleiro iraniano que transportava 136 mil toneladas de condensados de gás colidiu com um navio de carga chinês na costa leste da China em 6 de janeiro e explodiu. Corpos de apenas três dos 32 membros da tripulação foram encontrados antes que o petroleiro afundasse em 14 de janeiro.
"Se os testes mostrem que os corpos pertencem aos três marinheiros iranianos, os documentos de suas identidades serão enviados para a China para transferir os corpos para o Irã", disse Irvash.
A caixa preta do petroleiro iraniano foi inaugurada na quarta-feira (24 de janeiro) na presença de representantes dos países envolvidos.
Enviando uma mensagem de condolências às famílias das vítimas, bem como à nação iraniana em 14 de janeiro, os Portos e a Organização Marítima do Irã confirmaram a morte de todos os 32 marinheiros, 30 iranianos e dois bangladeshis, que estavam presos no petroleiro em chamas no leste da China costa.
Segundo os relatórios, os marinheiros iranianos foram mortos devido à inalação de gases tóxicos e ao enorme incêndio, que ocorreu desde o início da colisão e impediu a operação de resgate.
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