"Se o grupo 5 + 1 escapa algum dia dos seus compromissos, estamos totalmente preparados, do ponto de vista da capacidade nuclear, para se retornar ao ponto que desejamos no menor tempo possível”, destacou na quarta-feira o presidente iraniano, Hassan Rouhani.
Falando no primeiro aniversário do Plano Integral da Ação Conjunta (JCPOA, por sua sigla em Inglês), Rouhani destacou os benefícios da aplicação deste acordo entre o Irã e o G5 + 1 (EUA, Reino Unido, França, Rússia e China, mais a Alemanha) e para o mundo.
"O JCPOA é favorável aos interesses de todos os países, bem como a paz, segurança, estabilidade e desenvolvimento mundial. Seu fracasso faria mal a todos, sendo o seu iniciador de um perdedor política na arena internacional”, afirmou.
Por esta razão, continuou o Presidente, é conveniente para um sistema baseado na racionalidade e os interesses nacionais de explorar os seus resultados, tanto esforço regional e internacional.
"Graças a esta realização, a República Islâmica do Irã mostrou a todos, o seu poder político e da sua capacidade de discutir questões complicadas com as principais potências mundiais, para resolver problemas políticos através de razão e da lei, e para defender os interesses de seu povo”, explicou.
Um critério Rouhani, os mais doces frutos de alcançar JCPOA em 14 de julho de 2015 e sua posterior entrada em vigor em 16 de janeiro de 2016, termos sido o reconhecimento da direita iraniana para a indústria nuclear, o fim de ameaças ao seu povo e a anulação das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).
Além disso, mencionada no contexto deste acordo nuclear tem sido removidas as sanções anti-iranianas no sector do armamento, dando a Teerã uma maior capacidade de aumentar o seu poder defensivo e militar.
Como para o encerramento do processo chamado de "possíveis dimensões militares” de o programa nuclear do Irã, Rouhani disse que era acusações infundadas.
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