7 julho 2026 - 00:07
LA Times: Funeral Sem Precedentes do Líder Mártir Demonstra a Unidade Nacional e a Determinação por uma Dura Vingança

O jornal Los Angeles Times, ao retratar a participação de milhões de pessoas no funeral do Líder Mártir, Ayatollah Seyyed Ali Khamenei, reconheceu o fracasso da estratégia dos inimigos para enfraquecer o sistema e destacou os slogans de vingança entoados pelo povo, bem como a continuidade do caminho da Resistência.

Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA) – Em sua reportagem de campo em Teerã, o Los Angeles Times viu-se obrigado a retratar as cenas históricas da multidão que participou do cortejo realizado na segunda-feira. Segundo o próprio jornal, a concentração popular superou até mesmo o funeral do General Qassem Soleimani, em 2020, enquanto as imagens aéreas transmitidas pela televisão estatal da República Islâmica do Irã confirmaram a dimensão sem precedentes da cerimônia.

Ao mencionar faixas com as inscrições "Morte a Trump" e "Morte a Netanyahu", bem como a exibição de efígies de Donald Trump e Benjamin Netanyahu penduradas durante o cortejo, o jornal afirmou que a mobilização não representava apenas um ato de luto, mas também uma demonstração da determinação nacional em buscar uma "dura vingança" e dar continuidade ao caminho do Líder Mártir.

A reportagem também analisou a grandiosa cerimônia fúnebre no contexto das negociações do pós-guerra entre o Irã e os Estados Unidos e reconheceu que o Irã está utilizando essa demonstração de unidade como instrumento de pressão para alcançar suas demandas estratégicas, como a soberania sobre o Estreito de Ormuz, o avanço de seu programa nuclear e a resolução das disputas regionais.

Ao mencionar a suspensão das negociações até o término da cerimônia, o Los Angeles Times afirmou que a mensagem de Teerã é a de que qualquer acordo depende da aceitação, por parte dos Estados Unidos, das novas realidades no terreno; realidades nas quais o Irã, apoiado em sua posição geopolítica, assumiu o controle da alavanca de pressão e está administrando o "jogo do tempo" em seu próprio favor.

Na parte final da reportagem, o jornal atribuiu a ausência do Líder Supremo, Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei, às medidas de segurança e considerou que o amplo fechamento simultâneo de vias, aeroportos e da vida cotidiana refletiu a gestão coesa do país na organização desse grande evento.

O Los Angeles Times, apesar de suas tentativas de exagerar os desafios enfrentados pelo Irã, acabou sendo obrigado a reconhecer esta realidade: a República Islâmica, respaldada pela presença de milhões de pessoas e pelo fervor revolucionário, demonstrou mais uma vez que as ameaças e os assassinatos promovidos por seus inimigos não apenas não enfraquecem a vontade da nação, mas multiplicam sua determinação em dar continuidade ao caminho dos mártires e cumprir as promessas divinas.

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