Os meios de comunicação afiliados ao regime sionista e à reacção regional tinham afirmado repetidamente que, por medo de um atentado, o líder da revolução vivia num local seguro e escondido.
O seu martírio no local de trabalho demonstrou mais uma vez a falsidade destas afirmações e a guerra psicológica do inimigo, e mostrou que ele sempre esteve entre o povo e na trincheira da responsabilidade, enfrentando corajosa e audaciosamente o imperialismo.
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