Citando um versículo do Sagrado Alcorão, afirmou que homens como o Ayatollah Khamenei merecem morrer apenas como mártires.
Disse que o Ayatollah Khamenei, que passou a sua vida no caminho do jihad pela Mesquita Al-Aqsa, almejou o martírio sinceramente e alcançou-o.
Abdulqawi escreveu noutra publicação no X que se os governantes árabes reconhecessem o poder, a felicidade e as conquistas que alcançariam, esforçar-se-iam por apoiar o Irã. "Imaginem o mundo árabe sem este regime ilegítimo (Israel)", afirmou.
Entretanto, a Fundação de Fatwa e Investigação de Al-Azhar emitiu um comunicado, assinado pelo Sheikh Abdulqawi, que considera Wajib (obrigatório) apoiar a República Islâmica do Irã no confronto com a agressão americano-israelense.
"É Wajib para todo o muçulmano apoiar os seus irmãos muçulmanos contra os infiéis, sendo proibido apoiar os infiéis, justificar os seus atos de agressão ou estabelecer alianças com eles", afirma o comunicado.
Os EUA e o regime israelense lançaram ataques contra o Irã a partir da manhã de sábado, 28 de fevereiro.
Em resposta à agressão americano-israelense, que conduziu ao martírio do Líder da Revolução Islâmica, Ayatollah Sayed Ali Khamenei, de vários altos comandantes militares e de centenas de civis, o Irã lançou a Operação Promessa Verdadeira 4, realizando ataques massivos com mísseis e drones contra alvos israelenses e bases americanas na região.
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