A declaração surge num contexto de forte pressão internacional e interna sobre o grupo xiita para que se desarme. O governo libanês, sob o presidente Joseph Aoun, aprovou em agosto de 2025 uma proposta dos EUA que prevê o desarmamento do Hezbollah, com a condição da retirada israelense do sul do país.
O Hezbollah, alinhado com o Irã, tem-se recusado a entregar o seu arsenal enquanto Israel mantiver ocupação militar e ataques aéreos diários no Líbano. O movimento é parte central do chamado "Eixo da Resistência" e atua como primeira linha de defesa iraniana contra Israel.
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