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Resistência diante da injustiça, não negociação com o opressor
No Alcorão Sagrado, o silêncio diante da injustiça — como indicado no versículo 165 da Surata Al-A‘raf — é considerado cumplicidade com o opressor. O Imam Ali (a.s.), no Nahj al-Balagha, descreve a tirania como a pior condição humana e a justiça como شرط essencial para a permanência de qualquer governo. Os sábios da religião enfatizam que negociar com o opressor não o impede, mas o torna ainda mais audacioso, como demonstrado pelo Imam Hussain (a.s.), que apresentou o levante como a principal solução. Portanto, o único caminho para eliminar a injustiça é a resistência e a firmeza, não a complacência e o compromisso.
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Cartas do Nahj al-Balāgha – nº 32 O método de Mu‘āwiya, o modelo atual das mídias estrangeiras
As estratégias midiáticas para promover a falsidade e criar dúvidas com o objetivo de afogar as pessoas em pensamentos não divinos foram utilizadas, ao longo da história, por opositores da verdade, com métodos variados, porém com objetivos idênticos. A releitura dessas estratégias em uma das cartas do Imam Ali (a.s.) a Mu‘āwiya e sua comparação com as práticas atuais das mídias estrangeiras tornam ainda mais evidente esta realidade: “Mu‘āwiya e os mu‘āwiya-like”, ao longo da história, sempre tentaram alcançar seus objetivos desviando os outros do caminho correto — esforços cujo resultado final foi a destruição de si mesmos e dos demais.
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Implementação da Teoria da “Nafy-e Sabil” no Sistema Islâmico e seus Pontos Fracos
A “Nafy-e Sabil” é um dos princípios que regem as relações políticas, econômicas e militares do Irã com outros países. Essas relações, por serem mais visíveis, têm recebido prioridade; enquanto isso, as relações culturais unilaterais — que podem ser caracterizadas mais como infiltração cultural do que como intercâmbio cultural — têm sido negligenciadas. Isso ocorre apesar do fato de que a cultura constitui a camada mais fundamental que governa uma sociedade. Caso a Nafy-e Sabil não seja aplicada no campo cultural, a possibilidade de sua efetivação em outras áreas tende a diminuir.
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A Desconfiança em Relação aos Quebradores de Pactos sem Religião nas Palavras do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.)
O dito do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.) — “Não confies no pacto e na aliança daquele que não tem religião” — adverte que a ausência de religião elimina o fundamento moral da fidelidade aos compromissos. Os religiosos, em razão da crença em Deus e do senso de responsabilidade interior, tendem a ser mais fiéis aos seus pactos; enquanto os irreligiosos podem agir exclusivamente com base em interesses e, assim, romper acordos. Essa palavra serve como orientação para escolhas conscientes nas relações humanas e para a prevenção de danos decorrentes de uma confiança indevida.
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Retorno Glorioso
O piloto do helicóptero disse que pousaríamos onde ele quisesse. O hospital de 1.000 leitos (Imam Khomeini) foi sugerido, e o helicóptero pousou no hospital. Como a ambulância não estava pronta, o Imã foi levado até o final do Boulevard Keshavarz no carro de um dos médicos do hospital; o carro do Sr. Nateq Nouri estava lá desde a manhã e todos entraram nele.
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Três inimigos ocultos que devoram a tua dignidade
No percurso do crescimento humano e das experiências da vida, o ser humano nem sempre enfrenta inimigos externos; por vezes, os perigos mais profundos ocultam-se dentro de si mesmo. Esses perigos não fazem barulho, mas, lenta e silenciosamente, consomem a dignidade, a autoconfiança e a serenidade interior.
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União Sagrada: Da Biografia do Profeta (S.A.A.S.) à Estratégia da Resistência Hoje
A união sagrada é a chave para a sobrevivência da nação islâmica contra inimigos externos e conflitos internos. O Alcorão e as narrativas do AhlulBayt (a.s.) apresentam a união como um mandamento divino, não como uma opção política temporária. Hoje, em um cenário em que a nação islâmica enfrenta a ameaça de Israel e dos poderes arrogantes, esse princípio é mais importante do que nunca.