inimigos
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Jejum Midiático ou a Arte de Não Ver para Melhor Ver a Verdade
Na era da explosão de informações, as notícias ruins caem como chicotadas sobre o corpo psicológico da sociedade, semeando as sementes do desespero nos corações. Porém, a fé é uma âncora que, mesmo no meio da mais violenta tempestade de notícias, impede o ser humano de cair no abismo do desespero.
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Justiça no Campo de Batalha; Por que não devemos mentir nem contra o inimigo?
A justiça (insaf) é a ponte mais difícil do Sirat que o crente deve atravessar; especialmente quando se trata de um inimigo e a ira, como uma nuvem espessa, cobre o olho que vê a verdade.
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Carta 34 do Nahj al-Balagha / Método de consolar os companheiros e forma de enfrentar os inimigos
As mudanças de cargos e responsabilidades em qualquer estrutura governamental ocorrem devido a diversas alterações internas ou externas. No entanto, o mais importante nisso tudo é a maneira de lidar com aqueles que, por qualquer motivo, são destituídos de suas posições. A carta 34 do Nahj al-Balagha é um exemplo do comportamento alavita ao destituir um dos responsáveis governamentais. Na segunda parte desta carta, também é explicada a forma de se preparar para enfrentar os inimigos.
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Defesa Sagrada e o Colete à Prova de Balas na Batalha das Narrativas
No calor da batalha, antes mesmo que a fumaça da pólvora suba ao ar, são as “palavras” que se alinham para enfraquecer as vontades. A alfabetização midiática em tempo de guerra não é uma habilidade de luxo, mas um colete à prova de balas que protege o coração e a mente da sociedade contra os ataques ocultos.
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Como os meios de comunicação inimigos invertem a realidade?
Os meios de comunicação inimigos atuam diretamente nas redes sociais estrangeiras (Instagram, Twitter/X, Telegram e, às vezes, até por meio de VPNs). Porém, o mais perigoso é a infiltração em plataformas internas ou a criação de canais e grupos que parecem locais. Eles criam contas falsas com nomes e fotos iranianos, entram em grupos de adolescentes e, com a tática de “identificação empática”, roubam a mente deles.
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Como as mídias inimigas invertem a realidade?
As mídias inimigas atuam diretamente nas redes sociais estrangeiras (Instagram, Twitter, Telegram e, em alguns casos, até por meio de VPNs). Porém, o que é mais perigoso é a infiltração em plataformas internas ou a criação de canais e grupos que parecem locais. Elas criam contas falsas com nomes e fotos iranianos, entram em grupos de adolescentes e, usando a tática da “identificação emocional”, roubam a mente deles.
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Confronto com a distorção da lógica corânica: Esperança ou autodeificação?
Enquanto o Líder da Revolução sempre enfatizou a “criação de esperança real” como uma obrigação nacional e religiosa, a corrente de pensamento hostil inverte esse espírito e o chama de “colocar-se no lugar de Deus”. Mas soprar o espírito de esperança no povo — da forma como o Líder Supremo fazia em todos os encontros com diferentes camadas da sociedade, traçando horizontes luminosos com base nos pontos positivos e nos capitais humanos do país — significa reivindicar invencibilidade inerente? Ou isso é exatamente a “esperança na vitória divina” que o Alcorão considera o lema dos crentes e descreve o desespero como atributo dos incrédulos? Este texto esclarece a fronteira entre a esperança tawhídica (monoteísta) e a autodeificação.
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O Caminho da Vitória sobre o “Inimigo” nas Palavras do Comandante dos Fiéis (a.s.)
O Imam Ali ibn Abi Talib, ao explicar o caminho da vitória sobre o inimigo, afirma: “Aquele que afiar a ponta da lança da ira por Deus terá força para eliminar os líderes do falso”. Na realidade, o Imam (a.s.) considera que o caminho para alcançar a vitória reside em três elementos: preparação completa, sinceridade de intenção e confiança em Deus.
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Resistência diante da injustiça, não negociação com o opressor
No Alcorão Sagrado, o silêncio diante da injustiça — como indicado no versículo 165 da Surata Al-A‘raf — é considerado cumplicidade com o opressor. O Imam Ali (a.s.), no Nahj al-Balagha, descreve a tirania como a pior condição humana e a justiça como شرط essencial para a permanência de qualquer governo. Os sábios da religião enfatizam que negociar com o opressor não o impede, mas o torna ainda mais audacioso, como demonstrado pelo Imam Hussain (a.s.), que apresentou o levante como a principal solução. Portanto, o único caminho para eliminar a injustiça é a resistência e a firmeza, não a complacência e o compromisso.
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Cartas do Nahj al-Balāgha – nº 32 O método de Mu‘āwiya, o modelo atual das mídias estrangeiras
As estratégias midiáticas para promover a falsidade e criar dúvidas com o objetivo de afogar as pessoas em pensamentos não divinos foram utilizadas, ao longo da história, por opositores da verdade, com métodos variados, porém com objetivos idênticos. A releitura dessas estratégias em uma das cartas do Imam Ali (a.s.) a Mu‘āwiya e sua comparação com as práticas atuais das mídias estrangeiras tornam ainda mais evidente esta realidade: “Mu‘āwiya e os mu‘āwiya-like”, ao longo da história, sempre tentaram alcançar seus objetivos desviando os outros do caminho correto — esforços cujo resultado final foi a destruição de si mesmos e dos demais.
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Implementação da Teoria da “Nafy-e Sabil” no Sistema Islâmico e seus Pontos Fracos
A “Nafy-e Sabil” é um dos princípios que regem as relações políticas, econômicas e militares do Irã com outros países. Essas relações, por serem mais visíveis, têm recebido prioridade; enquanto isso, as relações culturais unilaterais — que podem ser caracterizadas mais como infiltração cultural do que como intercâmbio cultural — têm sido negligenciadas. Isso ocorre apesar do fato de que a cultura constitui a camada mais fundamental que governa uma sociedade. Caso a Nafy-e Sabil não seja aplicada no campo cultural, a possibilidade de sua efetivação em outras áreas tende a diminuir.
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A Desconfiança em Relação aos Quebradores de Pactos sem Religião nas Palavras do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.)
O dito do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.) — “Não confies no pacto e na aliança daquele que não tem religião” — adverte que a ausência de religião elimina o fundamento moral da fidelidade aos compromissos. Os religiosos, em razão da crença em Deus e do senso de responsabilidade interior, tendem a ser mais fiéis aos seus pactos; enquanto os irreligiosos podem agir exclusivamente com base em interesses e, assim, romper acordos. Essa palavra serve como orientação para escolhas conscientes nas relações humanas e para a prevenção de danos decorrentes de uma confiança indevida.
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Retorno Glorioso
O piloto do helicóptero disse que pousaríamos onde ele quisesse. O hospital de 1.000 leitos (Imam Khomeini) foi sugerido, e o helicóptero pousou no hospital. Como a ambulância não estava pronta, o Imã foi levado até o final do Boulevard Keshavarz no carro de um dos médicos do hospital; o carro do Sr. Nateq Nouri estava lá desde a manhã e todos entraram nele.
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Três inimigos ocultos que devoram a tua dignidade
No percurso do crescimento humano e das experiências da vida, o ser humano nem sempre enfrenta inimigos externos; por vezes, os perigos mais profundos ocultam-se dentro de si mesmo. Esses perigos não fazem barulho, mas, lenta e silenciosamente, consomem a dignidade, a autoconfiança e a serenidade interior.
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União Sagrada: Da Biografia do Profeta (S.A.A.S.) à Estratégia da Resistência Hoje
A união sagrada é a chave para a sobrevivência da nação islâmica contra inimigos externos e conflitos internos. O Alcorão e as narrativas do AhlulBayt (a.s.) apresentam a união como um mandamento divino, não como uma opção política temporária. Hoje, em um cenário em que a nação islâmica enfrenta a ameaça de Israel e dos poderes arrogantes, esse princípio é mais importante do que nunca.