Segundo o chefe da Diplomacia iraniana, este ato representa uma agressão direta contra a soberania e a integridade territorial do Irã, além de constituir uma perigosa ameaça contra a ordem jurídica internacional.
Além disso, salientou que a República Islâmica do Irã se reserva o seu direito inerente de defender a sua soberania e o seu povo, nos termos do artigo 51 da Carta das Nações Unidas.
Por último, instou o Conselho de Segurança a adotar medidas imediatas e eficazes para exigir responsabilidades aos autores do que classificou como um ato terrorista.
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